Retrato de Luís Lavoura

Em muito recente entrevista a uma televisão chinesa, o presidente Assad da Síria afirmou que o essencial, para ele, é que no futuro a Síria seja (isto é, permaneça) um Estado não-religioso: um país com liberdade de religião, no qual pessoas de todas as religiões possam viver lado a lado sem que nenhuma religião seja privilegiada pelo Estado.

Disse Assad muito bem. Esta é de facto a diferença crucial entre Assad e os seus opositores: enquanto que todos estes últimos, sem exceção, desejam um Estado sírio muçulmano sunita, Assad quer um Estado sírio não-religioso.

E, por este motivo, eu prefiro Assad aos seus opositores.

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