No próximo fim de semana, dias 6 e 7 de Maio vai decorrer no Centro Comercial Colombo uma recolha de alimentos para ajudar quem mais precisa.

Quem quiser colaborar pode fazê-lo num turno de 3 horas.
Para tal só terá de contactar o Bruno Neves através do número 919207225.

Colaborem

Nota: não existe qualquer ligação entre o Banco Alimentar e o Movimento Liberal Social. Este post apenas pretende dar apoio através da divulgação.

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Luís (não verificado) on Terça, 02/05/2006 - 07:43

Dá-se boa recompensa a quem matar, com extremo sofrimento, este animal auto-intitulado de João Pedro Moura.

DA FOME, DA CARIDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL...

João Pedro Moura (não verificado) on Segunda, 01/05/2006 - 16:25

1- O que é o Banco Alimentar Contra a Fome?
Como está estruturado, nacional e regionalmente?
Como distribui a comida?
Como selecciona os necessitados?

2- Eu entendo que o apoio social ou a segurança social se deve efectuar através do aparelho estatal, de preferência autárquico, em vez da caridade esporádica e aleatória e, certamente, minguada...

3- Nós descontamos, através dos impostos, para a segurança social dos cidadãos. Portanto, é ao Estado que compete "segurar" os cidadãos carentes.
A dupla tributação, mesmo que uma seja em versão caritativa, é dispensável...

4- A fome decorre dum problema qualquer. É esse problema que interessa apurar, em toda a sua dimensão, para prevenir a desgraça.
Interessa, portanto, apurar o estado intelectual, académico e profissional do esfomeado, de modo a cuidar do problema a montante e não a jusante, dependentemente duma ajuda imediata.
Tratar exclusivamente dum problema a jusante, detraindo a origem do mesmo a montante, é estar a "alimentar" o problema, é aparar uma hemorragia, sem querer saber o que a causa...
E decerto que perante a oferta de tal Banco não faltará a procura!...
Palpita-me mesmo que, quanto maior for a oferta, maior será a procura!...

5- Os problemas sociais têm uma origem. Logo, é "atacando" a origem, é sabendo a causa das coisas, que mais adequadamente se poderá intervir, obstando à fome.

6- Quem não quer saber da causa das coisas costuma ser os crentes e a sua ideia geral de caridade. Porque é com a caridade e com os "pobres" que eles, crentes duma religião e duma Igreja, poderão arranjar clientela e prestígio social...
... Não faltando, também, os voluntários, cheios de filantropia e comiseração pelos pobres famulentos...

7- Os nossos impostos já alimentam muita parasitagem social, infelizmente.
Não devemos contribuir para estruturas obscuras, como esta do BACF, que se comprazem, apenas, na caridade, descuidando as causas primaciais das dificuldades.
Se as causas não são combatidas, os problemas continuarão...

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