O blogue de João Cardiga

Retrato de João Cardiga

Uma aceitação de Deus, de uma religião deferente, crente num Deus alheio aos valores humanos constituem alguns dos principais obstáculos para o desenvolvimento de hoje. Um catolicismo assim é uma religião inumana.

Retrato de João Cardiga

Quem me conhece sabe que sou uma pessoa profundamente ideológica e que "não vira a outra face" a uma boa discussão de valores. Interesso-me bastante pelas diferentes visões da sociedade e de compreender os argumentos que cada um tem para defender a sua posição. Julgo mesmo que os partidos deveriam estar divididos por correntes ideológicas, e não de interesses, de forma a tornar mais claro a opção que cada cidadão tem.

No entanto, e não negando essa minha vertente, julgo que os grandes problemas em Portugal são supra ideológicos. E, dito isto, julgo que o combate a estes problemas tem de acontecer em todos os partidos, dentro deles, de forma a podermos ultrapassá-los.

E se tivesse de escolher o maior problema que Portugal tem, então sem duvida escolheria o lobby da construção civil. Mais do que qualquer outro, urge resolver a "máfia" que se instalou no nosso tecido económico e politico. Mais do que termos modelos inadequados, temos um modelo que levará, mais cedo ou mais tarde Portugal à falência, sendo que nesse cenário serão esses mesmos a aproveitar a situação visto serem quem, actualmente, e se nada mudar, futuramente, as pessoas e os grupos que têm mais poder.

Arrisco-me a dizer que paradoxalmente o sector económico que mais foge ao fisco é aquele que mais recebe dinheiro do Estado. E que grande parte dos problemas nascem efectivamente deste sector. E não é preciso procurar muito para encontrar exemplos de perigosas e suspeitas misturas entre o poder politico e o sector da construção civil (Jorge Coelho, Financiamento da Somague ao PSD, caso da Bragaparques em Lisboa, etc...). E já agora quem trouxe e explorou milhares de imigrantes ilegais, para depois os condenar à pobreza extrema? Quem, recebendo fundos infidáveis não se soube modernizar e em vez de investir prefiriu gastar o capital em bens de luxo estrangeiro?

Neste momento já não se consegue distinguir quem manda em quem, sendo que muitas vezes os titulares de cargos politicos são donos de empresas (ou têm interesses em) de construção civil.

É um sector que vive parasitário do Estado e que lentamente sangra os cofres publicos.

Mais do que outro problema este é "O" problema de Portugal e que vai ser necessário uma boa dose de coragem para o superar!

Retrato de João Cardiga

Talvez tenha alguma importância para a discussão descrever como uma pessoa como eu, ateia, vê estas temáticas. Talvez por ser um ateu num país historicamente católico eu divido esta temática numa espécie de santissima trindade, isto é, em religião, livro sagrado e Igreja.

E é importante distinguir estas três temáticas pois trato-as de maneira diferente.

A que para mim é mais pacifica é a religião. Para mim é um acto pessoal e enquanto não interferir na liberdade de outras pessoas não julgo criticável nem condenável. É estranho para mim, confesso, por exemplo ver pessoas acreditarem que uma divindade as quer a passar fome durante o dia e terem autênticos festins de comida à noite durante um periodo de tempo do ano para que no final possa ter algo melhor (a "salvação"), ou que recitando uns quantos versos de forma repetida se desculpa qualquer erro que se tenha cometido. E da mesma forma estranho que pessoas acreditem em algo que não têm qualquer prova de existência.
No entanto também reconheço que esta capacidade de ter fé traz bastantes benefícios e como tal não considero nem algo bom ou mau, mas apenas uma caracteristica do ser humano.

Quanto ao livro sagrado (e é valido para a biblia, o al corão, a torah, ou qualquer outro) não só não considero sagrado, como acho que é um mero livro. No caso concreto - a biblia - até acho que a melhor designação seria livros. E como livro é um mero objecto, é desprovido de qualquer maldade ou bondade e não representa nenhuma ameaça (bem a não ser que alguém num acto de furia decida mandar o mesmo à cabeça de outra pessoa). Como livro de leitura não acho minimamente interessante (já o tentei ler por diversas e de várias formas e o insucesso tem sido constante) embora já ache interessante as histórias lá contidas, da mesma forma que gosto da história dos deuses gregos ou de quaisquer outras divindades.
No entanto achei interessante a dessacralização deste livro por parte de quem é contra a opinião de Saramago. Quase todos argumentaram que o livro não é para ser lido de forma literal, o que é um enorme passo, embora coloque sérias duvidas acerca da fonte de sustentação da Igreja e da própria religião, pois se este livro deve ser alvo de interpretações, quais são as interpretações legitimas e quais as ilegitimas? E já agora gostava que me esclarecessem só mais uma coisa: se existiu uma quase unanimidade quanto à subjectividade do texto ainda ninguém disse nada sobre se o texto é ou não de inspiração divina? Adoraria que alguém da Igreja me respondesse a esta simples questão.

E por falar de Igreja, chegamos então à terceira vertente desta "santissima trindade". E se a nível pessoal as anteriores despertam a minha curiosidade, já esta é um tema bem diferente. E o que é a Igreja? Para mim é simplesmente um movimento politico do foro privado (bem embora apenas o seja privado à bem pouco tempo). E, se a memória não me falha, é talvez o movimento politico mais antigo existente na Europa. Desde que Constantino deu o monopólio à igreja católica que Igreja é sinonimo de poder. Todas as suas estruturas, todos o seu plano de acção gira à volta deste objectivo desde o seu início. Dada a nossa conjuntura actual até nos podemos iludir que isso é algo do passado, no entanto julgo que é mesmo isso, uma mera ilusão. A Igreja só existe enquanto fonte de poder, e o seu objectivo é transformar a sociedade para garantir o seu próprio sustento. E convém não esquecer que, como disse anteriormente, estamos a falar de uma estrutura milenar, pelo que de certeza que não desaparecerá num abrir e fechar de olhos nem sequer se modificará, por mais que alguns crentes assim o desejem. Quando os bispos dizem abertamente que os crentes deverão votar nos partidos que respeitam os valores cristãos, não é um mero episódio. É a Igreja na sua essência mais pura. E, desculpem os crente, como movimento politico e de poder, é uma organização altamente condenável. O raciocinio que defendem já promoveu muitas desgraças, a própria Igreja compactuou com enormes atrocidades ao longo da sua história (recente e mais antiga). Aliás a Igreja é um perfeito exemplo de um pensamento ideológico anti-liberal.
Poderão argumentar que a Igreja não é só isso, tem muito trabalho de solidariedade. Concordo com isso, só que essa acção não é a sua acção principal, mas sim acessória ao seu fim. Não é uma ajuda desinteressada, bem pelo contrário e até é semelhante à acção que muitas outras religiões fazem. Serve para criar ligações de confiança que aumentam a rede de apoio à sua causa e é em tudo identico ao que os movimentos radicais islamicos promovem no seu território.

E este ponto levanta-me uma grande questão enquanto liberal. Sendo que defendo maior apoio às IPSS, até que ponto esta ajuda deve ser cega, isto é, até que ponto é que eu ao financiar IPSS de cariz religioso não estou a financiar um projecto que é profundamente anti-liberal e que pode provocar, a longo prazo, uma diminuição da minha própria liberdade?

Retrato de João Cardiga

...mas não para para falar da Igreja mas sim de mérito. Mais concretamente, principalmente depois de ter lido a crónica de Vasco Pulido Valente, da nossa capacidade de reconhecer e respeitar o mérito das pessoas.

Saramago tinha tudo para ser um "icon" "consensual" da nossa sociedade, afinal teu uma carreira de sucesso pessoal que tanto agrada a quem costuma estar à direita do espetro politico, como é um pensador polémista, caracteristica que agrada quem costuma estar à esquerda do espetro politico.

Ora acontece precisamente o contrário, em vez de lhe reconhecer os méritos do seu trabalho apontamos-lhe os defeitos, minimizamos as suas acções e tentamos tudo por tudo reduzir-lhe o seu pensamento a uma "palermice" ou algo idêntico.

Ora o "escritor mediocre" a que Vasco Pulido Valente se refere é apenas o maior caso de sucesso literário português contemporâneo.

Não acho este episódio uma questão de somenos na sociedade portuguesa. Esta capacidade de reconhecimento de mérito em outrém é algo de fundamental para que uma sociedade progrida, pois é uma das maiores motivações (o reconhecimento da importância do seu trabalho) para fazermos mais e melhor.

E esta julgo ser uma questão muito importante, principalmente para os liberais, e sobre o qual deveriamos reflectir mais aprofundadamente.

Retrato de João Cardiga

Claro que é para vender! Aliás que outra coisa podia ser! Uma autêntica campanha de Marketing! Que outra motivação é que um escritor que escreveu "Evangelho segundo Jesus Cristo" e agora "caim" tem para falar e ter essa opinião? Ele no fundo, no fundo até é crente, só que como tem que fazer pela vida tem de dizer aquelas coisas coitadinho.

Claro que ele não diz aquilo porque é a opinião dele sobre um livro, da mesma forma que outros dizem que alguns livros deles são péssimos.

E enquanto se discute as motivações de Saramago sempre não se discute porque raio é que não nos incomoda que uma instituição politica de foro privado apenas permita homens nos cargos de poder ou porque é que não nos importamos de financiar com dinheiros públicos instituições cujos estatutos permitem os seus funcionários serem despedidos se se por exemplo divorciarem ou se fizerem um aborto, entre outras questões...

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Já agora gostaria de deixar aqui algumas das leis/estatutos (que são bem mais que os famosos 10) que existem na biblia:

"1 Estes säo os estatutos que lhes proporás.(...)
17 E quem amaldiçoar a seu pai ou a sua mäe, certamente será morto. (...)
23 Mas se houver morte, entäo darás vida por vida,
24 Olho por olho, dente por dente, mäo por mäo, pé por pé,
25 Queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe. (...)
28 E se algum boi escornear homem ou mulher, que morra, o boi será apedrejado certamente, e a sua carne näo se comerá; mas o dono do boi será absolvido. (...)

Cap. 22
"(...) 2 Se o ladräo for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu näo será culpado do sangue. (...)
18 A feiticeira näo deixarás viver.
19 Todo aquele que se deitar com animal, certamente morrerá.
20 O que sacrificar aos deuses, e näo só ao SENHOR, será morto.(...)"

Retrato de João Cardiga

José Saramago disse: "A Biblia é um manual de maus costumes" e parece que o mundo lhe cai em cima.

Não percebo esta incapacidade de aceitar que se critique a Igreja e que uma pessoa tenha o direito de expressar a sua opinião. E não me refiro à Igreja, de quem eu não espero à partida uma actitude tolerante, mas da sociedade em si. Logo ontem quando li a caixinha do publico de subidas e descidas (na ultima página) pressenti que iria existir polémicas dadas as palavras com que Saramago foi brindado.

Mas paremos um pouco para pensar o que é a religião. É simplesmente um acto de fé, isto é, de acreditar em algo que não tem qualquer prova de existência. Não deixa de ser estranho que tantas pessoas, que normalmente têm uma actitude racional perante a vida, tenham uma actitude tão defensiva perante este tema.

Da mesma forma me é indiferente que alguém acredite em Deus, ou que existe um coelho gigante no espaço que guia todos os nossos destinos, ou sequer que o Pai Natal existe.

O que eu não compreendo é porque é que podemos criticar uns e outros não, porque é que (algumas pessoas) reagem sempre como se de uma ofensa pessoal se tratasse.

Honestamente gostava que alguém me explicasse qual é o problema com o que Saramago disse...

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Cada vez que olho para um orçamento penso: "para é que aquilo serve?" Não estou a defender que se acabe com o Orçamento, apenas que a informação que esteja contida no mesmo seja util!

Eu não sou especialista de contabilidade pública, mas julgo que enquanto cidadão deveria ter acesso a informação de uma forma minimamente entendível e mais pormenorizada! Ok, eu consigo saber quanto cada Ministério gasta, mas pouco mais do que isso. A minha cabeça sai sempre a latejar, pois para encontrar uma simples informação tenho de percorrer "mil e uma" páginas só para voltar atrás para encontrar informação que está noutra página.

Já perdi qualquer esperança de encontrar algumas informações , como por exemplo quanto é que custam as escolas, propriamente ditas, e quanto é que é o valor de cada serviço do Ministério sito na 5 de Outubro. É que este tipo de informação é vital para podermos analisar minimamente a situação actual do Estado. Por exemplo a banal separação de custos de pessoal entre directos e indirectos é uma informação impossível de obter. Dificilmente alguém poderá tornar um serviço eficiente se não tiver este tipo de informação.

Outra informação que já desisti (e presumo que ninguém em Portugal conseguirá responder) é o que estamos a pagar na Divida Pública. Não me refiro aos títulos mas sim quais os investimentos que estamos a pagar. E dado a gravidade deste problema em Portugal esta informação é vital para sabermos que divida deveremos abater e que divida deveremos manter. Mais, poderiamos mesmo ter politicas de receitas fiscais mais justas. No entanto tal ainda é completamente impossível.

Eu fico contente por já viver numa epoca em que tenho realmente o direito de aceder ao OE, no entanto julgo que é também meu direito que a informação contida nesse documento seja transparente e entendível, ou dito de outra forma, que seja util. Só assim é que a democracia poderá dar um salto qualitativo!

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Infelizmente (ou felizmente para alguns) não tenho tido tempo para escrever artigos neste blogue, mas agora que terminou um ciclo eleitoral gostava de deixar duas notas breves sobre estas eleições:

- Julgo impressionante que as estruturas locais dos partidos do chamado “arco de poder” não encontrem pontos e bases comuns para criar uma união de forma a vencer as eleições nas autarquias de Oeiras e Gondomar. É que em ambas as Câmaras o PSD, CDS e PS têm mais votos que Isaltino ou Valentim. Seria interessante que estes partidos deixassem de palavras (de combate à corrupção) e passassem aos actos (neste caso o de retirar do poder quem abusa do mesmo. Relembro que me refiro a dois autarcas condenados de corrupção – julgo que no caso de Valentim é condenação efectiva e no caso de Isaltino o mesmo recorreu pelo que ainda não transitou em julgado). Era um enorme serviço público que prestavam ao país;

- Não entendo a organização territorial do país. Existem Câmaras que tiveram pouco mais de 2.000 pessoas a votar. Julgo que é altura de repensar a organização do país. Pessoalmente penso que câmaras com menos de 20.000 votantes deveria ser obrigadas a reorganizarem e que não se pode dar o mesmo peso a uma câmara de 3.000 e a uma de 300.000 votantes.

Bem, são temas para aprofundar posteriormente…

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Estará em discussão publica até dia 03 de Novembro de 2009 o próximo plano estratégico de Transportes de 2008-2020.

Gostaria de deixar aqui os seus objectivos (pg 156 do doc.; pag. 167 do pdf):

OBJECTIVO ESPECÍFICO 1: Portugal mais bem integrado nas
cadeias europeias e mundiais de transportes

OBJECTIVO OPERACIONAL 1.1 - Portos mais competitivos e articulados com o restante sistema de transportes;

OBJECTIVO OPERACIONAL 1.2 - Sistema aeroportuário com um aeroporto na Região de Lisboa a funcionar como hub para as grandes rotas mundiais e articulado com uma rede de aeroportos nacionais mais competitivos e articulados com o restante sistema de transportes

OBJECTIVO OPERACIONAL 1.3 - Ligações ferroviárias de Portugal com a Espanha e a Europa reforçadas em volume de mercadorias e de passageiros

OBJECTIVO OPERACIONAL 1.4 - Eixos rodoviários prioritários concluídos e em boas condições de circulação, nomeadamente, as ligações a portos, aeroportos nacionais e terminais ferroviários, entre capitais de distrito e às plataformas logísticas

OBJECTIVO OPERACIONAL 1.5 - Plataformas logísticas de articulação com as cadeias internacionais instaladas e interligadas de forma eficiente com o sistema de transporte de mercadorias até 2015

OBJECTIVO ESPECÍFICO 2: Melhor articulação entre os centros
urbanos que compõem os diferentes níveis do sistema urbano nacional e entre cada centro e a restante área de influência

OBJECTIVO OPERACIONAL 2.1 - Conectividade das redes de acessibilidades nacionais e inter-regionais reforçada

OBJECTIVO OPERACIONAL 2.2- Redes e serviços de transporte público em permanente adequação à dinâmica da procura e estruturados de forma a promover a cobertura supra municipal e a utilização dos modos de transporte mais adequados às características das deslocações

OBJECTIVO OPERACIONAL 2.3 - Necessidades básicas de mobilidade satisfeitas, em períodos de baixa procura e em áreas de fraca densidade populacional

OBJECTIVO ESPECÍFICO 3: Mobilidade urbana mais compatível com uma elevada qualidade de vida

OBJECTIVO OPERACIONAL 3.1 - Redes e serviços de Transporte Público urbano e suburbano em permanente adequação à dinâmica da procura, assegurando boa cobertura territorial e nos vários períodos do dia, a conectividade das periferias entre si e entre estas e os centros principais, maximizando as ligações directas e potenciando a intermodalidade e as vocações de cada modo.

OBJECTIVO OPERACIONAL 3.2 - Serviços de TP facilmente inteligíveis, acessíveis, seguros e cómodos para o cliente

OBJECTIVO OPERACIONAL 3.3 - Repartição modal TI/TP mais equilibrada a favor do transporte público, sem congestionamentos de tráfego significativos

OBJECTIVO OPERACIONAL 3.4 - Acentuado crescimento da utilização dos modos suaves na mobilidade urbana

OBJECTIVO OPERACIONAL 3.5 - Distribuição urbana de mercadorias racionalizada

OBJECTIVO OPERACIONAL 3.6 - Completar e racionalizar as redes viárias das principais aglomerações urbanas através de uma correcta hierarquização (acesso e distribuição de tráfego) e definição de um Programa de Variantes, visando a fluidez do tráfego urbano

OBJECTIVO ESPECÍFICO 4: Governância, qualidade e segurança do sector melhoradas

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.1 - Legislação de enquadramento revista e adequada ao direito comunitário.

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.2 - Sistemas de planeamento e gestão da acessibilidade e mobilidade a nível supra-municipal instalados e operacionais

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.3 - Melhoria do nível de qualificação dos activos do sector através de programas específicos de formação e qualificação profissional

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.4 - Planos de mobilidade a nível municipal e supra municipal articulados, em vigor e periodicamente revistos

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.5 - Institucionalização de formas de articulação do planeamento de transportes com o planeamento do território e com a política energética e ambiental

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.6 - Segurança e protecção nos transportes e infra-estruturas aumentadas

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.7 - Utilização generalizada das ITS nas redes e serviços de transportes

OBJECTIVO OPERACIONAL 4.8 - Sistema de monitorização e avaliação do sector em funcionamento

NOTA: Julgo importante que a discussão sobre esta temática se faça neste momento e não quando esta decisão já está tomada. Afinal, este documento é um compromisso para os próximos 11 anos. Os partidos políticos deveriam aplicar todo o seu esforço nesta fase, e não deixar o processo decorrer até quase ao inicio das obras previstas neste documento...