Retrato de Luís Lavoura

Ao contrário do "Ocidente", a China entende que, em certas circunstâncias, é preciso pôr entraves à liberdade financeira. Colocada perante uma derrocada do seu mercado acionista, a China reagiu com medidas que no "Ocidente" seriam inadmissíveis. Companhias individuais deram ordens para que a compra-e-venda das suas ações fosse proibida, ficando essas ações efetivamente congeladas. De forma mais geral, as autoridades do mercado financeiro chinês proibiram qualquer entidade que possua mais de 5% das ações de uma qualquer companhia de vender essas ações durante um prazo de 6 meses.

Estas medidas draconianas pararam, pelo menos por agora, o colapso do mercado.

Os chineses não estão com paninhos quentes e não têm medo de intervenções musculadas quando a liberdade ameaça transbordar.

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