Retrato de Luís Lavoura

Ontem à noite estive numa sessão na qual estava presente o vereador da mobilidade e tráfego da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Nunes da Silva. Esse vereador queixou-se de que a CML tem 11.000 funcionários dos quais, disse ele, uns bons 5.000 não servem para nada a não ser para ocupar espaço e gastar dinheiro à Câmara. Em compensação, disse, para o trabalho que realmente há para fazer, os funcionários qualificados e capacitados para o fazer são pouquíssimos; por exemplo, para gerir todo o sistema de semáforos da cidade de Lisboa há apenas sete funcionários. O vereador queixou-se de que, atualmente, tem sob as suas ordens funcionários que todos os dias têm que trabalhar noite adentro para que o trabalho que há para fazer seja feito, porque são muito poucos para esse trabalho; em compensação, há milhares de outros funcionários da Câmara que virtualmente só nela aparecem, ou precisam de aparecer, para receberem os seus salários.

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