Retrato de Luís Lavoura

Penso que uma boa medida seria esta: a concessão de escolas públicas à iniciativa privada.

As escolas seriam concessionadas por um período longo. O pagamento do Estado aos privados seria em função do número de alunos que a escola acolhesse. A escola ficaria obrigada a acolher todos os alunos da sua área de residência ou trabalho, segundo os critérios atuais. Poderia além deles acolher outros alunos de outras áreas.

Esta medida poderia ser tomada de forma experimental nalgumas regiões do país (nalguns conjuntos de concelhos limítrofes, por exemplo).

Naturalmente que há fortes obstáculos à implementação desta medida: professores que atualmente têm lugar fixo nas escolas a concessionar teriam que ser despedidos. O objetivo, a prazo, seria que as escolas concessionadas contratassem os seus próprios professores, pagando-lhes o salário que achassem por bem.

Penso que esta medida estaria de acordo com o recomendado no relatório do FMI atualmente em discussão, na medida em que garantiria a expansão do sisema de ensino com contrato de associação e diminuiria o número de professores com lugar cativo no ensino público. Por outro lado, impediria que grandes somas de dinheiro privado fossem gastas a construir escolas de raiz.

...e as universidades...

zeca marreca de braga (não verificado) on Quinta, 10/01/2013 - 16:16

Eu começava por vender as universidades públicas às coopertivas privadas. Era um pipa de massa que se poupava, e aquilo era só produzir dilomados... O resto viria a seguir... a Tecnoforma podia comprar umas escolas do secundário...

Eu, empreendedor que sou, vou abrir uma fábrica de guilhotinas... diz que têm um potêncial enorme nos temps que correm...

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