TEMOS QUE SER REALISTAS

J.Antunes (não verificado) on Domingo, 09/07/2006 - 22:26

O tema do NUCLEAR já não é nada recente.
Quem tem memória, e já existia, lembra-se que na FIL, nos anos 70 (1973), havia dois grandes stands onde se mostravam as Centrais Nucleares Modernas para a época. Claro só poderia ser um stand Americano e outro URSS. Reconheço que o que se expunha ali eram as centrais modernas da época e que agora se comenta haver alguns acidentes em poucas centrais e um acidente muito grave que dura desde à 20 anos, mas que decorreu numa central muito antiga, com graves falhas técnicas e humanas e das tecnologias mais primitivas de gerar energia nuclear.
Presentemente, sabemos que as tecnologias de construção, produção, manutenção e segurança são muito eficientes, podendo considerar ser muito seguras.
Não nos podemos esquecer do problema mais importante, como já muitos referiram, que são os resíduos e a forma de os eliminar (o que é difícil); Portanto resta-nos o seu armazenamento, que em muitos paízes da nossa União Europeia não é problema, porque foi bem estudado e os resíduos nucleares não dão dor de cabeça a ninguém.
Só no nosso país é que estamos a dormir. Em 1973 não foi opção, (não estou a falar de Salazarismo), em 1975 não havia cabeças para pensar e desde todas essas datas, os políticos não têm sequer capacidade para pensar. Continuam é a dormir.
Deixem-se atrazar mais 30 anos, comprem mais petóleo, gás, carvão, (que produzem poluição), sem esquecer que as barragens têm o seu fim, porque cada vez estão mais vazias.
Resta-nos comprar energia aos Espanóis, Franceses, energia essa que é produzida pelo processo nuclear e quem paga a factura é o Zé Povinho.
Daqui a 30 anos (60 desde o início da opção nuclear), continuamos a ser os mesmos pacóvios, a acreditar que não temos dinheiro para pagar uma Central Nuclear, a comprar mais petróleo e a encher a barriga aos Árabes e às suas guerras.
Para sermos ainda mais ingénuos, acreditamos fielmente nos ECOLOGISTAS, que ainda não viram que as Baragens também podem sofrer roturas e rebentar, originando uma catástrofe; não viram ainda que as centrais a carvão, fuel e gás, poluem bastante o ambiente; NÃO SABEM AINDA QUE NAS CENTRAIS NUCLEARES, o que sai das cheminés é apenas VAPOR DE ÁGUA! Estes sim que são uns verdadeiros tontos e influenciam muito a opinião pública.
Não nos deixemos dormir, porque a factura somos nós que a pagamos.

Corcondo contigo. Até

Anónimo (não verificado) on Sexta, 02/03/2007 - 17:08

Corcondo contigo. Até porque as centrais da terceira geração que esta a ser construídas pela Europa actualmente, são muito mais seguras do que antigamente.

resposta

Anónimo on Terça, 17/05/2011 - 13:58

teem bem a noçao que tams nas maos dos espanhois ate pk teem uma central a beira de um cena de parede gigante que permite que o atlantico engola portugal.que nao engola soz

centrais nucleares

Anónimo (não verificado) on Sábado, 27/05/2006 - 16:54

Não deveriam votar em função do que aconteceu em Chernobyl. A construção de uma central nuclear era vantagoso para nós portugueses pois fornecia-nos energia eléctrica dado o facto de termos pouca água. A construção de uma central nuclear fornecia-nos uma energia alternativa. Dado o facto de Espanha ter centrais nucleares perto da fronteira a explosão de um dos reactores também seria sentido em Portugal, isto é, concerteza chegaria radioactividade a Portugal.

JÁ NÃO CHEGAVA A

Anónimo (não verificado) on Quarta, 10/05/2006 - 09:02

JÁ NÃO CHEGAVA A POLUIÇÃO QUE SAI DO PARLAMENTO TODOS OS DIAS COM NOVAS MEDIDAS E NOVAS LEIS :
-ainda se quer:
-aumentar o défice português
- tapar os olhos aos contribuintes com investimento que não é publico mas privado, privados esses que só querem utilizar alguns dos dinheiros publicos para os seus proprios beneficios
-vamos por em risco todo o país com a construção de novas centrais nucleares, ja não chegam o mau exemplo das obras do tunel do marquês onde

Se soubessem do k falam!!!

Anónimo (não verificado) on Quarta, 10/05/2006 - 08:51

Debate sobre nuclear regressa 20 anos depois de Chernobyl

Duas décadas depois do acidente de Chernobyl, o debate sobre a criação de uma central nuclear em Portugal volta à praça pública. A 26 de Abril de 1986, uma explosão do reactor número quatro da central nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, lançou uma nuvem radioactiva que contaminou toda a Europa.

O número de vítimas em resultado da exposição à radiação não é consensual. Segundo a ONU morreram, por causas directas ou indirectas, nove mil pessoas. Já a Greenpeace avança um número muito mais elevado (93 mil vítimas). A Organização Mundial de Saúde estima que quatro mil pessoas tenham falecido vítimas de cancro na sequência da tragédia de Chernobyl.

O primeiro-ministro, José Sócrates, não se comprometeu mas mostrou-se aberto à discussão sobre a opção de uma central nuclear em Portugal, como solução para a dependência energética do país. O tema voltou à agenda politica depois de o empresário Patrick Monteiro de Barros ter apresentado, em Junho do ano passado, um projecto de construção de uma central de energia nuclear em Portugal.

Ao "Diário de Notícias", Monteiro de Barros afirma que "o país não tem outra alternativa para satisfazer as necessidades de energia e cumprir Quioto".

No entanto, as associações ambientalistas criticam esta solução energética e apontam "várias desvantagens em relação à opção nuclear". Hélder Spínola, da Quercus, salienta "a questão da gestão dos resíduos radioactivos que até à data não têm nenhuma solução encontrada a não ser o armazenamento em condições muito precárias".

Outra desvantagem são os custos de controlo da energia nuclear. "Ao contrário do que se diz, existem custos muito elevados na manutenção de uma central nuclear", diz o dirigente da Quercus.

Hélder Spínola refere ainda a necessidade de optar por alternativas. "Quanto maior é a distância percorrida pela energia, maiores são as perdas, portanto apostar em centrais de energia eléctrica centralizadas é uma opção muito melhor do que a nuclear que reduz substancialmente a eficiência energética", exemplifica.

Também a associação ambientalista Campo Aberto aconselha à reflexão "sobre a (in)segurança associada às centrais nucleares". Em comunicado, a associação portuense afirma que "continua a não ser possível eliminar a eventualidade de um acidente grave numa central nuclear". A Campo Aberto acrescenta ainda que a opção nuclear "é um claro obstáculo à aposta na eficiência energética e nas energias renováveis de baixo impacto ambiental".

CIP considera nuclear incontornável

Para o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Francisco Vanzeller, o debate nacional sobre as energias "tem que incluir a opção nuclear". As outras opções energéticas estão a ser postas em causa. Por um lado, "a escalada dos preços do petróleo é uma realidade à qual teremos de nos adaptar e as limitações de emissão de CO2 podem vir a eliminar as suas vantagens (da opção do carvão)".

Também "a escalada de preços do gás natural" contribui, segundo a CIP, para a ideia de que uma central nuclear seria a melhor forma de reduzir a dependência energética do país.

A discussão sobre a possibilidade da construção de uma central de energia nuclear em Portugal continua numa altura em que se assinalam os 20 anos do acidente de Chernobyl e se debate o impacto económico e ambiental do recurso ao nuclear.

Ao JPN, José Carlos Marques, da Campo Aberto, que integra a "Plataforma Não Ao Nuclear", disse acreditar que "do debate só poderá sair a convicção de que uma central nuclear não é opção para Portugal".

retirado do website da portowebsit
reportagem de:

Inês Castanheira
Paula Teixeira

Energia nuclear era a solução

AR (não verificado) on Domingo, 22/01/2006 - 03:18

Energia nuclear era a solução ideal para Portugal se livrar finalmente da dependencia de 90% que o país tem em relação ás energias fosseis.

Dava energia barata aos portugueses, não aumentaria o efeito estufa, e o país já podia cumprir o protocolo de Quioto.

Assim vamos ter que ir comprar electricidade barata a Espanha, que a produz nas suas centrais nucleares.

Não faz sentido um país supostamente desenvolvido como o nosso ainda nem sequer ter discutido esta opção. Se todos entendem-se realmente o processo da energia nuclear, acho que ninguem teria duvidas acerca das vantagens.

uma central nuclear não se

Anónimo (não verificado) on Quarta, 23/11/2005 - 12:06

uma central nuclear não se trata de uma bomba ; logo é apenas mais uma forma de produzir energia o que o Mundo precisa é de várias centris nucleares para comvater o desarparecimento do petrolio

Não sabes do que falas...

Anónimo (não verificado) on Terça, 05/06/2007 - 12:59

Ao dizeres que uma central nuclear não se trata de uma bomba estás a dizer um grande disparate....
Se houver uma explosão ou um derramede quimicos nucleares muitas pessoas podem morrer ou sofrer de radição...doemça que lhes mata lenta e dolorasamente...e se continuas a achar que não é uma bomba és defenitivamente BBBUUURRRRRROOO (BURRO:como não entendes o que eu quero dizer és certamente burro!!=!)

central nuclear

Anónimo (não verificado) on Terça, 05/06/2007 - 12:53

acho uma estupidez as pessoas , não, dizendo melhor ,como diz a minha amiga Jekita são umas burrrrinhas , idiotas (no termo de insulto).

nnnnnnnnnnnnnnnnnnnãããããããããããããããããããããõoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo concordo com a construção de uma central nuclear.

idiotas? burrinhas? haverá

Anónimo (não verificado) on Domingo, 24/06/2007 - 16:59

idiotas? burrinhas?
haverá algum comentário que reflicta maior idiotice e falta de inteligibilidade, senao o da defesa de uma tese à qual não se apresentem razões coerentes a favor essa tese, senao o insulto aos que a ela se opõe?

pois, lá isso é verdade,

Anónimo (não verificado) on Quinta, 23/02/2006 - 20:19

pois, lá isso é verdade, mas pensem nisto, caros amigos: 90% do nosso país está dependente do petróleo...mas agora propõe-se que se vire para o aproveitamento da energia nuclear...
O grande problema é que a energia nuclear NÃO é uma energia renovável,ou seja, também se irá esgotar(um dia!).
Deverá tentar haver uma conciliação entre (pelo menos) o petróleo e a energia nuclear, para que fique, digamos, metade metade e não se esgotar as energias a grandes quantidades e depressa!

pensem nisso.....