Saudades dos bons velhos tempos (suspiros..)

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Por Filipe Melo SousaSegunda, 09/04/2007 - 11:41
Este é um espaço de liberdade de expressão, destinado a todos aqueles que sejam liberais de acordo com o espírito do Partido Liberal Europeu (ELDR), da Internacional Liberal e do Movimento Liberal Social em Portugal. As opiniões e comentários aqui colocados são pessoais, em total liberdade no espírito do Speakers' Corner original e não representam a posição oficial de qualquer organização.


Microcausas vianenses
Pedro José Félix (não verificado) on Sexta, 13/04/2007 - 01:27"Porque o MLS defende princípios que não quero ver deturpados publicamente. Porque se trata de uma pequena contribuição para tentar evitar que mais um movimento/partido político caia nas mãos das pragas ideológicas gémeas do final do séc. XX, que tanto sofrimento têm espalhado pelo globo: o neo-liberalismo e o neo-conservadorismo."
Mmmmmm...! O Viana é o indivíduo mais convicto de que irá mudar o mundo através de uma microcausa que eu conheci até agora!
Senão vejemos:
- Não adere ao MLS, pois este já está "conspurcado" com o neoliberalismo;
- Contudo, passa a vida a apelar à censura dentro de um movimento ao qual não pretende pertencer nem no qual pelo menos parcialmente se reconhece;
- Quem pensar diferente do Viana e do que supostamente referem os estatutos contra os direitos humanos do MLS, aí surge o Viana, qual cavaleiro andante, a tentar liquidar o infractor.
É tal e qual como os cucos. Coloca seus ovos no ninho dos outros.
Ou então é alguém cuja identidade ainda vai dar que falar, alguém cuja motivação não será assim tão estapafúrdia nem ingénua...
Pedro José Félix
Tiques de totalitarismo
Filipe Melo Sousa on Quinta, 12/04/2007 - 08:441) Lamento informá-lo de que o mundo é a preto e branco. Talvez volte a discutir esse assunto neste blog num futuro próximo.
2) Continuo a achar que o MLS tem mais pontos em comum do que em discordância em relação à maioria dos bloggers do Insurgente. É claro que se acaba por discutir mais as causas fracturantes do que os pontos em comum, sobre os quais nada há a discordar nem discutir.
4) Percebo então que o pedro viana não tem interesse em aderir ao MLS porque não se identifica com ele ideologicamente, mas continua muito preocupado com a sua pureza ideológica, e não admite que alguém faça alguma intervenção fora daquilo que é o seu conceito de liberalismo-social. Pergunto-me porque raio apela ele a purgas num movimento em que não se identifica. Tiques de totalitarismo.
Declaração de Princípios
pedro viana (não verificado) on Quinta, 12/04/2007 - 15:28"(...)não admite que alguém faça alguma intervenção fora daquilo que é o seu conceito de liberalismo-social."
Não é o "meu conceito", é o conceito que está plasmado na Declaração de Princípios do MLS
http://www.liberal-social.org/declaracao-principios
O Filipe tem-na lido ultimamente? Concorda inteiramente com ela? Por exemplo com o ponto 3 onde se apoia a Declaração Universal dos Direitos do Homem, na qual é proibida a tortura, o ponto 5 onde se defende o primado da Lei, e em particular o ponto 9?... Eu concordo genericamente com tudo, mas tenho de certeza uma interpretação bem diferente da maioria dos membros do MLS sobre o que significa a "economia de mercado livre" mencionada no ponto 8, e de que modo esta pode funcionar sem atentar contra princípios expressos noutros pontos.
Interessa-me que o Liberalismo não seja publicamente identificado com o neo-liberalismo ou o liberalismo-conservador, devido a movimentos que se dizem Liberais, como o MLS, tomarem posições claramente identificadas com a ideologia desses "ramos" do Liberalismo. Há uma tentativa de apropriação do termo Liberalismo por esses "ramos", porque sabem que Conservadorismo tem uma conotação negativa ou contrário de Liberalismo. O resultado da discussão de ideias depende mais do que se imagina do tipo de termos, e da sua conotação, que se utiliza para as defender. Em inglês tem o nome de "framing". Não quero ver princípios que defendo serem distorcidos e manipulados de modo a publicamente aparecerem associados a políticas que claramente se lhes opoem. Seria prejudicial para a credibilidade desses princípios. Com que credibilidade fica a defesa da Democracia quando em nome desta se defende a morte e a destruição?
Temos Teocrata!
Filipe Melo Sousa on Quinta, 12/04/2007 - 16:08Não estou interessado na sua interpretação extensiva e abusiva da declaração de princípios quando tem de remeter para outras cartas de princípios implicitamente referidas, tudo isso para chegar a um ponto qualquer que lhe convém.
Não estou interessado num conceito fragmentado de liberalismo, como você defende. O termo neo-liberal não passa de uma arma de arremesso contra o liberalismo, família política à qual você não pertence.
Sou crítico em relação ao princípio de não-ingerência. O que se constata é que o princípio de soberania absoluta torna-se insustentável num mundo globalizado. Hoje, ao contrário do que tínhamos no passado, os acontecimentos regionais têm implicações globais. Mas suponho que o pedro viana fuja da palavra globalização como o diabo da cruz. Como consequência, os princípios não são imutáveis. E a definição de fronteiras como non-go-zones para os outros países já era. É uma tomada de consciência progressiva que teremos de ter, e que não surge num dia.
Mas já agora (6), caro pedro viana, se defende o princípio de não-ingerência porque se intromete tanto numa organização à qual não pertence, nem quer pertencer?
"Não estou interessado na
pedro viana (não verificado) on Quinta, 12/04/2007 - 17:59"Não estou interessado na sua interpretação extensiva e abusiva da declaração de princípios quando tem de remeter para outras cartas de princípios implicitamente referidas, tudo isso para chegar a um ponto qualquer que lhe convém."
Que "outras cartas de princípios implicitamente referidas"?! O Filipe é que é membro do MLS, não se reconhe em pontos fundamentais da sua Declaração de Princípios, mas não o admite abertamente. Porquê? Tem medo de alguma censura interna?...
"Não estou interessado num conceito fragmentado de liberalismo, como você defende. O termo neo-liberal não passa de uma arma de arremesso contra o liberalismo, família política à qual você não pertence."
Quem é que agora tenta definir quem pertence ou não ao liberalismo? Eu não disse que não me considerava Liberal. Partilho completamente dos princípios base do Liberalismo, mas discordo de algumas consequências práticas, fundamentais, que a maioria das pessoas que assim se considera deriva desses Princípios. Ao Filipe não interessa reconhecer-se e que o reconheçam tal como é ideologicamente, porque está num movimento liberal-social, explicitamente liberal-social, quando na realidade não partilha dessa ideologia. Em vez de tentar desvirtuar o MLS abertamente, assumindo ao que vem, prefere a dissimulação das suas convicções ideológicas. O Liberalismo tem duas correntes bem-definidas e constrastantes: o Liberalismo Clássico, Liberalismo-Conservador ou Neo-liberalismo
http://en.wikipedia.org/wiki/Classical_liberalism
http://en.wikipedia.org/wiki/Conservative_liberalism
http://en.wikipedia.org/wiki/Neoliberalism
ou mesmo
http://en.wikipedia.org/wiki/Liberal_conservatism;
e o Novo Liberalismo ou Liberalismo-Social
http://en.wikipedia.org/wiki/New_liberalism.
O MLS identifica-se com a segunda, enquanto o Filipe reconhece-se na primeira. Leia os artigos na Wikipédia e tenha a lata de negar que não se identifica com o Liberalismo-Social. O Miguel Duarte e outros têm se fartado de realçar e explicar a diferença entre as duas correntes do Liberalismo, dizendo que o MLS fez uma opção clara. O Filipe faz de conta que não percebe...
"Sou crítico em relação ao princípio de não-ingerência."
Tudo bem. Mas isso não é uma característica do liberalismo-social. Neste a ingerência só é aceitável segundo os termos da Carta das Nações Unidas: em defesa própria resultado de agressão em curso ou iminente; para pôr termo a um genocídio.
"Mas já agora (6), caro pedro viana, se defende o princípio de não-ingerência porque se intromete tanto numa organização à qual não pertence, nem quer pertencer?"
Fui claro. Porque o MLS defende princípios que não quero ver deturpados publicamente. Porque se trata de uma pequena contribuição para tentar evitar que mais um movimento/partido político caia nas mãos das pragas ideológicas gémeas do final do séc. XX, que tanto sofrimento têm espalhado pelo globo: o neo-liberalismo e o neo-conservadorismo.
Damage Control
Filipe Melo Sousa on Quinta, 12/04/2007 - 18:22Começo a perceber: o pedro viana não concorda com o MLS, nem com o liberalismo, mas do mal o menos, que os bloggers do MLS provenham de uma corrente liberal social, e que estejam sujeito previamente ao parecer do Ayatollah pedro viana lol, guardião da Revolução
pergunto ao pedro viana quais os próximos passos que ele vai tomar para me impedir de postar
Diferenças
Hugo Garcia on Quarta, 11/04/2007 - 16:24-barbeado / barba comprida
-mulher atrás do homem/ não há mulher
-farda e medalhas/ robe
-fotografia tirada em rolo/ fotografia tirada com digital
-imagem tratada (tratamento barato) com saturação da cor/ fotografia a preto e branco tratada para dar um ar agressivo
-fotografia tratada para ter bom aspecto/ fotografia tratada para ter mau aspecto (talvez pelo próprio Filipe)
-tem apoio da CIA/ não tem apoio da CIA
Afinidades electivas
Mafalda Melo Sousa (não verificado) on Quarta, 11/04/2007 - 13:24Por acaso, o visionamento das duas imagens, lado a lado, também me provoca simpatia pela da esquerda.
fundamentalismos à parte, quer de um lado quer do outro, parece-me que o regime do Xá reunia condições para que caminhasse mais velozmente em direcção aquilo que Shirin Ebadi - defensora dos direitos humanos e prémio Nobel da Paz em 2003 - preconiza actualmente para o seu Irão. Ingénuo quem pensa que o caminho actualmente não é mais longo e tortuoso, rumo a uma sociedade democrática e mais justa, não cerceadora da(s) liberdade(s) e dos direitos fundamentais básicos.
P.S. SAVAKS; CIAS; MOSSADS... quem não as tem? Venham de lá essas pedras.
São uns maus
Filipe Melo Sousa on Quarta, 11/04/2007 - 08:36O que seria de esperar de uma agência de serviços secretos criada com ajuda da CIA não é? Até me admira o Pedro Viana não apresentar mais links com essas deliciosas descrições sádicas que tanto aprecia. Convido-o desde já a fazê-lo. Ah, e linke-me algumas da CIA também, afinal gosto de estar a par da actualidade, e se não fosse o Pedro Viana eu estaria sempre alheado desta realidade tão importante e que infelizmente nos passa despercebida.
Eu da minha parte vou-me coibir de apresentar os links com descrições semelhantes no que diz respeito à actual polícia de estado iraniana. Ainda vai o Pedro Viana dizer que é tudo obra de propaganda de hollywood.
O Filipe e a SAVAK
pedro viana (não verificado) on Quarta, 11/04/2007 - 10:18O Filipe anda muito enganado se acha que tenho alguma predilecção pelo actual regime iraniano. Quanto mais rapidamente evoluir para um regime genuinamente democrático e respeitador dos direitos humanos, melhor. Não sou é maniqueísta como o Filipe, para quem o "inimigo do meu inimigo meu amigo é", independente desse "amigo" brutalmente desrespeitar os direitos humanos mais básicos, fundamento do Liberalismo. Mas há Liberais, e "liberais"... Como símbolo do Irão prefiro, em vez da SAVAK do Filipe, Shirin Ebadi, defensora dos direitos humanos e prémio Nobel da Paz em 2003
http://en.wikipedia.org/wiki/Shirin_Ebadi
Aconselho a leitura da sua palestra a quando da entrega do prémio Nobel da Paz,
http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/2003/ebadi-lecture-e.html
Quem quiser ouvir Shirin Ebadi, e aprender mais sobre o que realmente quer dizer direitos humanos, pode-se inscrever no Congresso da Federação Internacional dos Direitos Humanos que vai decorrer em Lisboa entre 19 e 25 de Abril, já para a semana. Em princípio, Shirin Ebadi irá falar no dia de abertura:
http://www.civitas.pt/images/congresso/programa_portugues.pdf
Caro Pedro Viana, a tua
Filipe Melo Sousa on Quarta, 11/04/2007 - 12:21Caro Pedro Viana,
a tua percepção sobre o modo como julgo o antigo regime iraniano é claramente simplista e redutor. Por algum motivo recusas-te a discernir entre um regime onde o cidadão comum tinha acesso a um vasto leque de liberdades civis, e um regime totalitário que interfere diariamente nas vidas privadas de cada um.
O facto de o estado iraniano ter levado a cabo actos de perseguição política, e ter eventualmente usado as formas de tortura que descreves é obviamente condenável. Recusas-te no entanto a admitir o retrocesso que sofreu a sociedade com a revolução islâmica em 1979. Um país que poderia ter evoluído para um regime parlamentar democrático e aberto caminhou no sentido oposto. Temos hoje uma sociedade iraniana que não tem acesso a informação do exterior, um regime beligerante, e uma sociedade teocrática.
Dei por mim a navegar na wikipedia com uma fotografia do Xá junto da imperatriz. A imagem marcou-me, e não deixei de expressar neste forum a reacção espontânea que me provocou. De que melhores tempos correram naquele país. A mim a imagem despertou-me simpatia. Provavelmente a ti não. Deixa-me dizer-te que lidas bastante mal com a pluralidade de opiniões.
Ingenuidade e irresponsabilidade
pedro viana (não verificado) on Quarta, 11/04/2007 - 13:58Caro Filipe,
A ingenuidade na intervenção no espaço público pode levar a consequências por vezes contrárias àquelas que se pretende. O Filipe tem mostrado, sucessivamente, mostras dessa ingenuidade, insistindo numa leitura do mundo a preto e branco, pouco informada, onde num lado moram os maus e do outro os puros. Ingenuidade essa que sendo sucessiva bordeja a irresponsabilidade. O Filipe não tem mostrado qualquer interesse em defender os direitos humanos, como princípio e onde quer que estes sejam desrespeitados, mas apenas como meio de atacar "regimes maus". Mais, defende mesmo que é defensável desrespeitar direitos humanos básicos na "luta contra esses regimes maus e o terrorismo". Continuo a não compreender que tipo de agenda comum pretende ter em conjunto com a esmagadora maioria dos membros dum movimento liberal-social, que como em todo o mundo onde existem movimentos e partidos ideologicamente similares, defende acima de tudo o respeito integral dos direitos humanos, mais ainda do que a liberdade de mercado. É essa a diferença que demarca por exemplo o D66 e o VVD na Holanda. Está no MLS porquê? Porque julga que por ser um movimento pequeno poderá mais facilmente fazer-se ouvir? Porque tem muitos jovens e está na moda ser-se "liberal", tendo resolvido entrar na onda? Porque não aceitaram que participasse no Insurgente?...
Parece-me perfeitamente ridículo e uma infantilidade alguém com pretensões de intervir politicamente no espaço público deixar-se deslumbrar por uma imagem propagandística dum monarca (!) a onstentar o luxo onde vive e as suas "condecorações". Pare um momento para reflectir antes das suas acções, e pergunte-se a si próprio se tem realmente alguma coisa a dizer antes de colocar um post.
Alguns comentários
Filipe Melo Sousa on Quarta, 11/04/2007 - 14:171) Vejo de facto o mundo a tons preto e branco. Já desenvolvi um pouco este raciocínio em posts anteriores.
2) O Insurgente não tem então pontos em comum com o MLS? Acha-os incompatíveis?
3) Existe um post recente do MLS, com vídeo que creio responder à questão do Pedro Viana sobre os pontos em que me reconheço neste movimento.
4) Convido o Pedro Viana a aderir ao MLS e expor quaisquer ideias que entrem em rota de colisão com as minhas. Ao contrário de si, não pretendo purgar qualquer contribuição diferente da minha. Talvez pessoalmente demonstre ser uma figura simpática e agradável, contrastando assim com estes comments fogosos que que me deparo.
MLS
pedro viana (não verificado) on Quarta, 11/04/2007 - 23:441) Dado que o mundo não é a preto e branco, quem o insiste em ver a preto e branco cai constantemente em incoerências de raciocínio quando tenta justificar qualquer tipo de acção.
2) Como o Miguel Duarte e outros aqui têm defendido, o Insurgente representa o chamado liberal-conservadorismo, que assenta essencialmente numa defesa da tradição, do conservadorismo, redefinida como o resultado da "escolha histórica livre dos indivíduos", e da propriedade privada acima de qualquer outro direito. É essencialmente um conservadorismo em roupagem moderna. Tem pouco a ver com o liberalismo-social, como aliás o AAA não se cansa de dizer. Os únicos pontos de contacto são a nível de politica económica, apesar das razões por detrás serem diferentes. De resto as posições defendidas no Insurgente são incompatíveis com o liberalismo-social.
4) Conheço o MLS ainda este era apenas uma ideia defendida no Speakers Corner pelo Miguel Duarte. E desde cedo percebi que se por um lado me sinto próximo do liberalismo-social em muitos aspectos, e no MLS encontraria muita gente com ideias similares, sendo por isso que leio e intervenho regularmente neste blogue, por outro lado sei que há áreas onde discordo fortemente do liberalismo-social. Simplificadamente, concordo essencialmente com tudo o que o liberalismo-social defende a nível de princípios, mas discordo das conclusões a que chega a nível de política económica. Portanto, se entrasse no MLS seria para o tentar transformar num movimento que deixaria de ser liberal-social tal como é entendido em termos ideológicos. Acho que isso não seria simplesmente honesto. Quando se entra num movimento ou partido politico até se pode discordar de algumas políticas pontualmente por ele defendidas, mas acho desonesto entrar num movimento ou partido político discordando de alguns princípios fundamentais que o definem ideologicamente, apenas para atingir objectivos oportunistas, sejam eles quais forem.
Se o Pedro Viana se desse ao
Luís Lavoura on Quinta, 12/04/2007 - 09:27Se o Pedro Viana se desse ao trabalho de assistir a uma Assembleia-Geral do MLS (a próxima será só lá para Setembro...) (a entrada é livre), constataria que há divergências substanciais entre os membros do MLS em muitos pontos. Para dar um exemplo, na última Assembleia-Geral, que foi no dia 1 deste mês, foram votadas 16 moções políticas, e nenhuma delas teve unanimidade, aliás, quase todas tiveram votos contra, e duas delas foram rejeitadas. E algumas foram objeto, no debate, de fortes discordâncias. Isto tanto aconteceu em moções de caráter económico, como noutras.
Portanto, com todas as suas divergências em relação ao grosso do MLS, talvez o Pedro se sentisse nele tão bem ou tão mal como o Filipe...
Livre, quer dizer..
Filipe Melo Sousa on Quinta, 12/04/2007 - 10:10tem de se pagar 15 € pelo almoço.
Sempre tão "liberal"....
pedro viana (não verificado) on Quarta, 11/04/2007 - 00:04O Filipe nunca se cansa de demonstrar quão "liberal" é... vocês, no MLS, ainda lhe dão alguma espécie de crédito?...
Agora deu para "suspirar" por um regime ditatorial assente numa polícia secreta, denominada SAVAK, que torturava a bel-prazer, tendo morto milhares de pessoas. Tudo muito "liberal"....
Aqui podem encontrar uma descrição da SAVAK:
http://www.fas.org/irp/world/iran/savak/index.html
Um excerto:
"Over the years, SAVAK became a law unto itself, having legal authority to arrest and detain suspected persons indefinitely. SAVAK operated its own prisons in Tehran (the Komiteh and Evin facilities) and, many suspected, throughout the country as well. SAVAK's torture methods included electric shock, whipping, beating, inserting brokon glass and pouring boiling water into the rectum, tying weights to the testicles, and the extraction of teeth and nails."
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