Normalmente não gosto que se use este espaço para discussão de politica local, até porque este é um espaço aberto a todos os cidadãos nacionais e se cada blogger coloca-se aqui textos de politica local este espaço tornar-se-ía numa autêntica manta de retalhos.

No entanto, desta vez farei uma excepção até porque o caso que vou comentar é perfeitamente extensivel a outros municipios e até outros orgãos governativos.

Na altura em que muito se discutia o empréstimo à Câmara de Lisboa para fazer face às dividas manifestei-me prontamente contra a esta pseudo solução. Na mesma altura chamaram-me nomes e afirmaram-me a pés juntos que sem empréstimo a câmara entraria em falência técnica. No entanto o tempo vem-me dando razão, um ano após a eleições intercalares a situação da CML continua preocupante, no entanto a dívida foi atenuada de 360 milhões para 180 milhões de euros, ou seja, em metade. Agora espantem-se, isto foi conseguido se o recursoa crédito.
Bendita hora em que o pedido de crédito foi chumbado se não agora em vez de 180 milhões de divida teríamos um valores bem superior.

Retrato de Filipe Melo Sousa

não houve de facto crédito

Filipe Melo Sousa on Domingo, 20/07/2008 - 18:33

Claro que é de ter prudência e não acreditar no Costa a 100%, mas houve uma quebra na dívida. O que prova que a redução da dívida é possível com alguma disciplina nas contas. Mas é de lamentar que apesar das enormes fontes de receitas, a cidade continua parada. Exemplo disso é a falta de serviços minimos (recolha de lixo) e os estaleiros parados um pouco pela cidade toda. O melhor exemplo é o terreiro do paço em estado de sitio para incompreensão geral. A baixa então, em ruínas e sem moradores. Tenho a clara impressão que se brinca com o dinheiro, e que a cidade está entregue aos bichos.

Não deve haver no país câmara com mais receitas que a cidade de Lisboa. Ora vejamos:
- parquimetros como nenhuma outra
- derrama camararia das principais empresas do país lá sediadas
- receitas IMT e IMI (proporcionais aos indices de €/m2)
- casino
- multas

Luís, não houve crédito,

André Escórcio ... on Domingo, 20/07/2008 - 10:58

Luís, não houve crédito, aliás se houvesse crédito é que se aplicaria as contas que fizeste-

Devem agora apenas os 180 milhões, metade do valor inicial.

A divida não foi

Luis Menezes on Sábado, 19/07/2008 - 00:04

A divida não foi atenuada.

Devem agora 180milhões, mais os 180milhões do crédito e mais os juros deste.

  • As linhas e os parágrafos quebram automaticamente

Mais informação sobre as opções de formatação