Eventos

Retrato de Tiago Neves

O European Liberal Forum, em conjunto com o MLS, e a CatDem estão a organizar, para o próximo dia 25 de Novembro, uma conferência subordinada ao tema "Promoting Economic Growth in the European Union? - Perspectives for Prosperity".

 

O evento realiza-se dia 25 de Novembro de 2011 no ISLA - Instituto Superior de Línguas e Administração, em Lisboa.


Segue-se o programa previsto e anunciado.

This event will introduce views that question some mainstream economic beliefs and policies towards the most important political priority of the last decades, economic growth. It will include liberal perspectives and discussion on the present crisis, the Euro system and the present alignment of economic growth and human prosperity in Europe.
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Language of the event: Portuguese
   
14:45 Welcome and introduction
Luís Silva, Professor of Economics, Instituto Superior de Línguas e Administração

UNDERSTANDING THE DRIVERS OF ECONOMIC DEVELOPMENT IN EUROPE

15:00 Economic integration in Europe and growth – history and trends
       Speaker to be confirmed

15:30 Perspectives on the present economic crisis in Europe
     Brendan Walsh, Professor of Economics Emeritus, UC Dublin

16: 15 The tragedy of the Euro: why the Euro could not have succeeded
Philip Bagus, Professor of Economics at Universidad Rey Juan Carlos, Madrid

16:50 Roundtable with speakers
     Moderator: Luís Silva, Professor of Economics, Instituto Superior de Línguas e Administração

17:20 Coffee break

ALIGNING ECONOMIC ACTIVITIES WITH WELLBEING

17:50 Does economic growth promote wellbeing in Europe?
     João Bernardino, Movimento Liberal Social

18:20 Prospecting economic development in Europe: a future centred on people
     Rui Magno, Project Auditor

19:00 Discussion with audience
     Moderator to be confirmed

19:30 Closure of event

Retrato de Miguel Duarte

O Movimento Liberal Social convida todos os seus membros e apoiantes a assistirem à conferência "Os Direitos Humanos no Contexto da Guerra ao Terrorismo".

A conferência é uma conferência organizada pelo European Liberal Forum, com o apoio do Movimento Liberal Social, Kenniscentrum D66 (Holanda), Open Society and its Friends (Lituânia) e com a colaboração da Aministia Internacional. O financiamento é do Parlamento Europeu.

A entrada é livre.

Os Direitos Humanos no Contexto da Guerra ao Terrorismo


Auditório da Faculdade de Direito de Lisboa
Alameda da Universidade, Cidade Universitária, Lisboa

27 de Setembro de 2010

Programa


10:00  Introdução
Professor Doutor Eduardo Vera-Cruz Pinto, Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Direito de Lisboa
Miguel Duarte, Membro da Direcção do Movimento Liberal Social
  
10:10 Painel “Human Rights in the European Union in the context of the War on Terror”
Moderador: Pedro Krupenski, Director Executivo da Amnistia Internacional - Portugal

Extraordinary rendition and the War on Terror
Eurodeputada Ana Gomes, Membro da Subcomissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu em representação do grupo S&D

Past, present and future of Human Rights on the European Union
Eurodeputado Professor Leonidas Donskis, coordenador do grupo ALDE na Subcomissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu, Membro da Direcção da Open Society and its friends

War on Terror and Human Rights in Europe
Christa Meindersma, Vice-Director do Hague Centre for Strategic Studies, membro do Partido D66 (Holanda) e candidata às eleições parlamentares

A SWIFT affair - Impact of the War on Terror on Fundamental Rights legislation in Europe
Eurodeputado Rui Tavares, Membro da Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos do Parlamento Europeu em representação do grupo GUE/NGL

12:10  Discussão com o público
 
13:00  Conclusões e encerramento

Retrato de Miguel Duarte

Um grupo de cidadãos de Lisboa está a organizar um protesto contra a lapidação e a pena de morte, apelando pela vida da iraniana Sakineh Ashtiani, inserido no movimento global "100 cidades contra a barbárie".

Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43 anos, viúva, dois filhos, condenada à morte na República Islâmica do Irão. Condenada à morte pela República Islâmica do Irão. Condenada à morte por viver numa República Islâmica, com base nisso a que se dá o nome de “lei islâmica” e que na declinação iraniana decreta que as mulheres acusadas de relações sexuais “fora do casamento” devem ser lapidadas. Mortas à pedrada. Com pedras do tamanho certo para que a morte seja lenta e atroz, para que a mulher enterrada até ao rosto possa sobreviver a dezenas de golpes enquanto à sua volta a turba faz pontaria e se congratula com “a vontade de deus”.

Mais de uma centena de pessoas foram assim executadas no Irão nos últimos anos, quase todas mulheres, quase todas por “adultério”. Há pelo menos 15 neste momento a aguardar execução. A outras foi à última hora comutada a pena, de lapidação para enforcamento. Houve alegações nesse sentido por parte das autoridades iranianas: esta mulher iria afinal ser enforcada. A morte, menos atroz, menos bárbara. Mas a morte.

Quarta-feira, 25, o tribunal reuniu mas parece não ter chegado a uma conclusão. Entretanto, as agências de direitos humanos denunciam que nos últimos meses houve centenas de enforcamentos no Irão e que estão milhares de pessoas no corredor da morte. Pelo menos 135 são menores. Os crimes em causa vão do homicídio à homossexualidade, mas também presos políticos têm sido executados. Em Dezembro de 2009, o Irão opôs-se a uma resolução da Assembleia da ONU que propunha a suspensão das execuções.

Sim, morre muita gente todos os dias. Morre muita gente executada, muita gente torturada, e não só no Irão. Gente condenada por regimes iníquos a nem sequer ter nome num túmulo. Gente cujo rosto nunca veremos, nunca fará cartazes, nunca povoará manifestações à volta do mundo. Sim, é assim. Tantas as tragédias, tantas as vidas à mercê, tanto o terror, a injustiça, a barbárie, tantas as celas escuras onde se tortura e mata, tantos os gritos e as lágrimas e as súplicas de que nunca saberemos e de que talvez não queiramos saber, tanto tanto por fazer, por acudir e nós sem sabermos como.

Sim, precisamos talvez de uma ocasião assim, de uma causa assim, de um nome e um rosto para nos sentirmos justos e capazes, para sentir que não somos indiferentes. Precisamos de Sakineh como ela de nós.

Precisamos de te dizer isto, Sakineh: que, dependa de nós, e a nossa voz, o nosso não, a nossa fúria, a nossa vontade e exigência moverão as montanhas que nos separam e os poderes que te condenaram, moverão até os deuses, se deuses houver para mover.  

Vamos fazer de Lisboa uma das 103 cidades que no sábado, 28 de Agosto, da Austrália à Finlândia, do Brasil ao Iraque, da Turquia à Índia, se unem em resposta ao apelo do International Committee Against Execution, num protesto global contra a lapidação e a pena de morte, e apelando pela vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani. É às 18 horas, no Largo Camões. Contamos todos.

Retrato de Miguel Duarte

O quê

Na próxima 4ª feira, dia 28 de Julho, pelas 20:30, teremos como convidado António Eloy, vereador suplente dos Cidadãos por Lisboa, que nos virá dar a sua visão como observador privilegiado, mas a título pessoal, sobre a presente governação em Lisboa, com especial enfoque nos temas ambientais.

António Eloy tem desenvolvido a sua actividade profissional como consultor na área do Ambiente e Energia.

Como activista envolveu-se em diversas organizações ambientalistas, de direitos humanos e políticas e como editor, autor ou co-autor deu o seu contributo para 20 livros na área da Cultura, Ambiente e Sustentabilidade.

A nível político foi vereador suplente na CML de 1985 a 1989, deputado municipal em Barrancos de 2001 a 2005 e assistente no Parlamento Europeu do Partido Radical Italiano em 1985 (com Ema Bonnino e Marco Panela). Actualmente é membro destacado dos Cidadãos por Lisboa.

Onde

Café Fábulas, Calçada Nova de São Francisco, 14 (no 1º andar) 1200 Lisboa

O local permite que se tomem refeições ligeiras pelo que quem desejar jantar durante o evento poderá fazê-lo.

Inscrições

Por forma a planear melhor o evento agradecíamos que confirmasse a sua presença em lisboa.liberal-social.org.

O próximo encontro Liberal Social ocorre já na próxima quinta-feira, em Lisboa.

Será uma Tertúlia sobre Desenvolvimento Económico no Longo Prazo e a apresentação será feita por Luís Vaz Silva, Economista, ex-professor assistente na University College Dublin e actual professor no ISLA.

Mais Informções e Inscrições em http://lisboa.liberal-social.org

Irá decorrer no próximo dia 16 de Abril, quinta-feira, mais um Encontro Liberal Social (o 17º!). O tema do evento é:

Proposta: Portugal Economia Neutra em Carbono em 2025?

Hora: 20:00

Localização:
Kaffeehaus
Rua Anchieta, 3
Chiado

Orador: André Marquet

André Marquet trabalha como gestor de produto para a Wit-Sofware, tendo antes trabalhado como arquitecto de sistemas na Nokia Siemens Network. Tem um mestrado em sistemas de informação e telecomunicação concluído no ISCTE em 208 e uma licenciatura em Engenharia de Sistemas da mesma universidade.
Presentemente está envolvido em vários projectos que pretendem apresentar propostas de orientação estratégia a longo prazo de Portugal.
Após uma apresentação de cerca de 30 minutos, o debate será aberto à participação de todos os presentes.
Se está interessado em estar presente, por favor confirme a sua participação no meetup.com, por forma a que possamos reservar o número de mesas adequado ao evento. O link directo para a página de confirmações é o abaixo:

http://www.meetup.com/liberalismo-lisboa/pt/calendar/9990889

A Direcção do MLS vem por este meio convidar todos os membros e simpatizantes a estarem presentes no Jantar Liberal de Natal que terá lugar no próximo dia 19 de Dezembro por volta das 20.30 em Lisboa, em local a designar (dependente do número de inscrições).

Queremos que este evento seja a maior reunião de membros e simpatizantes do MLS de sempre, pelo que é importante a presença de todos.

Faça já a sua inscrição até ao dia 12 de Dezembro através do seguinte e-mail: andre.escorcio@liberal-social.org

Para todos aqueles que são do Porto e querem conhecer o MLS, este vai ser o momento para isso. Mesmo que não possam ir a este encontro, registem-se, pois os encontros deverão passar a ser mensais e assim serão avisados.


O Movimento Liberal Social defendeu – no final da sua VI Assembleia Geral, que decorreu durante o fim-de-semana em Sintra – o fim do IRC, um imposto considerado injusto e destruidor de empregos. Para Miguel Duarte, presidente do MLS, este imposto não é mais que uma dupla tributação sobre os empreendedores e investidores: o IRC tributa os lucros das empresas, e mais tarde, o que sobra desses lucros e é distribuído sob a forma de dividendos é tributado novamente em sede de IRS. Segundo o dirigente «hoje uma grande percentagem de portugueses investem em acções e em fundos de investimento e de pensões, sendo por isso injustamente afectados por esta dupla tributação, acabando o IRC por ser também destruidor de empregos ao prejudicar a competitividade da economia nacional face a outros países». O MLS propõe assim a eliminação progressiva do IRC, medida que irá criar mais empregos e aumentar o investimento, compensando por essa via a diminuição da carga fiscal.

Além da tomada de posição sobre o fim do IRC, o MLS aprovou durante a sua VI Assembleia Geral mais 10 moções, entre as quais se destacam as posições assumidas sobre uma nova lei eleitoral para a Assembleia da República, a corrupção e as liberdades religiosas.

Na temática do novo sistema eleitoral para a Assembleia da República, foi proposta a criação de um sistema misto com um círculo nacional único de grande dimensão e círculos uninominais, o que permitirá reduzir o número de deputados e aumentar a proporcionalidade, medida que ao contrário do que defende as propostas dos maiores partidos representados na Assembleia, em criar círculos uninominais, que levarão ao desaparecimento dos partidos de média e pequena dimensão, irá aproximar os deputados dos cidadãos, e manter a representatividade de pequenos partidos na Assembleia.

Ao nível da Corrupção, foi defendido que é necessário garantir a independência funcional efectiva dos titulares dos órgãos de justiça. Sendo também necessário melhorar a especialização dos juízes portugueses, bem como dos diferentes peritos que trabalham no combate à corrupção além de serem revistas as leis que mais originam casos de corrupção. O MLS defende ainda que deverão existir penas especialmente elevadas para crimes de “grande corrupção”. Um político ou alguém que ocupe um cargo importante na hierarquia do Estado deve dar o exemplo pela positiva e não pela negativa.

A moção sobre Liberdades Religiosas defendeu, por sua vez, que a neutralidade do Estado relativamente a todas as religiões é fundamental. O Estado não deverá financiar as actividades de qualquer religião, nem deverá reconhecer, nem deixar de reconhecer, oficialmente, qualquer religião ou grupo religioso.