Política Europeia

Vou me dar ao trabalho de explicar porque razão pessoas que se consideram desenvolvidas não podem aceitar práticas de tortura. E digo "vou me dar ao trabalho", porque esta questão devia estar encerrada há séculos (literalmente).

Primeiro, devemos compreender o contexto em que surgiram os Direitos Humanos.
Há uns séculos atrás, a tortura, a humilhação, a escravatura, a violação sexual e o genocídio eram práticas comuns e "aceitáveis" para os inimigos.
Isto porque cada um defendia-se sob a ideia de que "os outros" é que são "os maus" e "nós" estamos apenas a "defender-nos na mesma moeda". Este raciocínio é facilmente falível quando visto sob um ponto de vista racional, mas num ambiente de guerra a racionalidade é a primeira a desaparecer.
Mas com a evolução da sociedade chegou-se à conclusão que há um nível abaixo do qual nunca se deve passar, ao qual nós damos o nome de "Direitos Humanos".
Independentemente de quem é o outro, do que ele já fez ou do que gostaria de fazer há direitos que lhe são consagrados pelo simples facto de ser Humano. Assim, não faz qualquer sentido dizer que nós não respeitamos os Direitos Humanos, porque "os outros" não respeitam os D.H..

Logo aqui há quem venha discursar erróneamente sobre a relatividade dos Direitos Humanos. É verdade que a definição de Direitos Humanos teve ao longo dos tempos alguma evolução, sendo portanto que existem pequenos patamares de diferenciação.
Mas quando falamos da tortura não faz qualquer sentido falar em relatividade dos Direitos Humanos, pois a tortura é o patamar mais profundo dos Direitos Humanos. Se anulamos este, estamos a anular por completo os Direitos Humanos.

Perante a inutilidade do argumento da relatividade dos Direitos Humanos, muda-se para o argumento da necessidade e de um cenário de guerra à escala mundial sem antecedentes. Mas tudo isto é mentira. Nunca o mundo esteve tão perto da paz quanto está hoje. Países de todas as religiões e de todos os continentes procuram hoje um caminho para uma sociedade mais livre e mais liberal.
É no seio dos países ditos desenvolvidos que se incrementa o ódio e esta perspectiva de violência. Graças ao pretexto da segurança, governos têm tido carta branca para todos os abusos à privacidade, à dignidade e sobretudo à liberdade.
Frequentemente, ouvimos os representantes da direita a falar do perigo do terrorismo e da situação de violência e perigo em que vivemos. Mas curiosamente é a mesma direita que adora constuir centrais nucleares. Alguém no seu juízo perfeito se realmente tivesse assim tanto medo de ataques terroristas ia querer constuir centrais nucleares no "seu quintal"? Lembrem-se que para rebentar uma central nuclear em segurança, bastam uns milhares de euros e umas pesquisas rápidas na internet.
Pensem bem em quantas pessoas morreram nos últimos 6 anos (para incluir o 11 de Setembro) em actos de terrorismo religioso. Depois comparem com quantas pessoas morreram de acidentes de trânsito, excesso de comida, escassez de comida, violência doméstica, suicídio, falta de segurança e higiéne no trabalho, overdose, afogados numa praia pública com salva-vidas,etc. Será que o terrorismo tem essa dimensão que nos querem fazer crer ?

Sob o desespero da falta de argumentos, os apologistas da tortura vêm acusar os defensores dos Direitos Humanos de utopia. Segundo os primeiros, a tortura é a única forma de se prever os atentados terroristas, mas nada é mais falso.
Se existe necessidade para tortura é porque os serviços de inteligência não estão a funcionar, assim como todos os esforços para se acabar com o sub-desenvolvimento e os conflitos internacionais.
Ainda assim, os defensores da tortura vêm dizer que através da tortura conseguem informações preciosas que evitam atentadores terroristas. Tal ideia ultrapassa os limites do absurdo já que a prática de tortura leva qualquer pessoa a dizer qualquer coisa. Um testemunho obtido por tortura não tem qualquer valor, sendo que a mesma é capaz de levar à loucura e uma pessoa sob o efeito de tortura irá dizer algo que lhe venha à mente apenas para interromper aquele processo.

O Sr. Bush Jr. tentou ainda dizer que certas práticas eram relativamente aceitáveis como é o caso da WaterBoard. Esta tortura com nome de desporto radical é na verdade uma das práticas mais violentas conhecidas da Humanidade.
Entre as mortes mais violentas conhecidas encontram-se:
1ª queimar uma pessoa viva
2ª mutilar o corpo até a pessoa morrer de hemorregias, ou dor excessíva
3ª afogamento.
Waterboard consiste em simular a terceira morte (até ao limite) através de uma folha de celofane na boca e encher de água até obstuir completamente as vias respiratórias. Após a vítima ter sentido todo o sofrimento que sofre uma pessoa que morre afogada e achar que já não consegue sobreviver volta-se a deixar respirar. Como numa situação de tensão o ser humano apenas tem ar para uns 10 segundos esta operação repete-se a cada 25, 30 segundos e cada vez menos tempo. Um militar treinado não resiste a mais que 1 minuto e meio. Ao chegar ao terceiro afogamento ele está a desejar morrer.
E o resultado da tortura vai tão longe, que na grande maioria dos casos, as vítimas enlouquecem ou morrem por se ter retirado um segundo tarde demais.

Importa ainda salientar que as pessoas que são submetidas a tortura não foram julgadas. Foram apenas recolhidas por estarem no sítio errado à hora errada e são inocentes.
Alguns são inocentes técnicamente pois não foram submetidos a julgamento, mas muitos são efectivamente inocentes e nunca terão oportunidade de provar o contrário, pois as suas famílias apenas sabem que eles desapareceram e muitas vezes nem sabem que foram capturadas nem porquê.
E para onde vão os prisioneiros que desaparecem de prisões de todo o mundo para serem torturadas e nunca voltam a aparecer?

A pergunta que fica por responder é "porque razão tantas pessoas são a favor da tortura?".
E a resposta é muito simples: é que muitos de nós, dos países ditos civilizados queremos saber que alguém está a ser torturado, alguém está a ser humilhado, matratado, rebaixado e destruído, pois assim nós dormiremos melhor. Confundimos vingança com justiça, deixamo-nos comandar pelo ódio e tornamo-nos ainda pior do que a imagem que nós temos do nosso inimigo.

Este texto foi construído tendo por base as posições tomadas pela Liberal Internacional no congresso "Democracia e Desenvolvimento" em Marrakech, em Novembro de 2006, à qual compareceram 4 membros do Movimento Liberal Social.

Retrato de Miguel Duarte

Muito interessante este artigo de Gary Galles no Ludwig von Mises Institute. Faz-me lembrar os perigos da União Europeia, se não começarmos também rapidamente a discutir quais serão os limites de poder da nossa futura (actual?) federação, com a agravante que os nossos Estados já são Estados centralizadores.

Retrato de Miguel Duarte

Sou federalista, é verdade, mas existem limites:

- A União Europeia (um tribunal da dita), está neste momento a avaliar se deixa que Portugal tenha uma taxa de imposto diferente para os Açores do que aquela que tem para o Portugal Continental. O argumento é um apoio do Estado que prejudica a concorrência. Muito sinceramente, o que prejudica a concorrência são os impostos elevados e o "estado federal" não deveria ter nada a ver se alguns Estados baixam os impostos de uma forma geral e não descriminatória em determinadas regiões. A concorrência a nível fiscal entre Estado é algo saudável e entre regiões de um Estado também. Eu diria que nos falta uma Constituição, que proiba claramente o envolvimento a nível federal em temas como os impostos.

- Supostamente os hospitais públicos de cada Estado vão ser forçados a receber os doentes de outro Estado. A medida pode ser positiva, se não prejudicar ninguém (incluindo o Estado e os doentes do país de acolhimento), mas também pode ser muito negativa, transferindo problemas de um país para outro. A ver vamos...

Ficou-se ontem a saber que os ministros das finanças da UE estão a ponderar um aumento do imposto sobre as petrolíferas como forma de, dizem eles, responder a um descontentamento cada vez maior da opinião pública devido aos enormes lucros destas.

Ora o que eles parecem desconhecer, ou fazer de conta que desconhecem, é que o que realmente irrita a opinião pública é pagar cada vez mais devido a estes ataques fiscais que os políticos tanto gostam de fazer como forma de provar a sua força e determinação. Se for aumentado o imposto sobre as petrolíferas não serão elas a pagá-lo, seremos sempre todos nós, nós que eles julgam salvar com estas medidas.

Na Europa como em Portugal, o dinheiro dos impostos é mal gasto e quando falta as medidas mais fáceis são sempre as tomadas: aumento de impostos. Hoje sobre as petrolíferas porque devido à especulação internacional estão com lucros maiores, amanhã sobre outro grupo de empresas e por aí adiante. Quando não existirem mais segmentos de mercado para estrangular com impostos ficam satisfeitos com a sua União Europeia totalitária. Espero sinceramente que até lá haja uma verdadeira contra-revolução liberal que derrube esta revolução socialista que se parece apoderar de quase todos os políticos da União.

P.S.: De saudar os ministros das finanças austríaco e holandês que prontamente se monstraram contra mais este agravemento de impostos.

Retrato de Miguel Duarte

A actual União Europeia tem 455 milhões de pessoas, mais que os Estados Unidos, logo um mercado maior, tem se somados todos os exércitos individuais, um maior exército que o americano (2 milhões de homens). Mesmo nas Nações Unidas (e em outros órgãos internacionais), tem mais votos que os americanos.

Temos um presidente, um parlamento, uma bandeira, um hino, um moto, uma moeda e tribunais europeus.

Mesmo que não seja oficial, temos cada vez mais uma língua comum: o Inglês. Para o confirmar basta estar com qualquer grupo de estudantes Erasmus ou olhar para os nossas crianças (portuguesas), que finalmente aprendem esta língua na escola desde muito cedo.

Não temos fronteiras.

Por incrível que pareça, a não religião (a religião apenas é muito importante para 21% dos Europeus, em oposição a 59% dos americanos) é algo partilhado por todos os Europeus.

Conseguimos abolir a pena de morte, as guerras no interior das nossas fronteiras e na sua maioria os nacionalismos radicais.

O que falta para sermos uma superpotência?

O fenómeno de envelhecimento visível da política nacional parece ter caído no esquecimento agora que não há eleições à vista, mas seria um erro colossal fingir que nada aconteceu. A campanha presidencial de há uns meses atrás em que quase todos os candidatos eram dinossauros políticos cujo objectivo era acrescentar um trofeu á colecção ou dizer que ainda eram relevantes em termos políticos foi realmente um sintoma de uma doença. Mas uma doença não apenas do país em geral mas dos partidos que concorriam (e não vale a pena entrar em lirismos e dizer que a candidatura é algo profundamente pessoal e sem impacto ou influência partidária...), revelou a sua morte intelectual.

É claro que não se trata de algo exclusivamente português, longe disso. Em Itália as eleições estão renhidas precisamente porque os eleitores (que já acumularam um considerável nível de desilusão e cinismo) não conseguem distinguir muito bem os dois projectos (a parte folclórica de Berlusconi é outra questão). E em Inglaterra os dois principais partidos estão a ter neste momento dificuldade em manter o seu aparelho de pé porque o nível de aderentes está mais baixo que nunca (não têm rendimento suficiente para continuarem a financiar-se ao nível actual), reflectindo, mais uma vez, a falta de projectos, rumos ou sequer uma compreensão a um nível básico da realidade.

Isto não é por acaso. Realmente os partidos têm dificuldade em renovar-se, já que é sempre complicado afastar alguém do poder (exceptuando os casos de morte...) mas só isso não chega para justificar as atitudes do cidadão médio para com os políticos e os seus partidos. O facto de o idealismo já não desempenhar nenhum papel nos projectos da maioria dos partidos que forma governo (e, regra geral, quando forma é para agradar a um nicho de mercado muito específico – por ex: o conservadorismo moralista do PP, partido e pessoa) força necessariamente os partidos a centrarem as suas intenções em questões pragmáticas de angariação de votos. Não pode haver um desfasamento muito grande do cento porque senão perdem-se eleitores vitais.

Ora quando o envelhecimento (e corrupção) das estruturas partidárias se combina com uma completa falta de ideias temos uma situação de impasse. As situação não pode mudar porque além de existirem poderes instalados existe uma genuína falta de capacidade de mudança o que leva a que as coisas continuem a ser feitas “à antiga” independentemente das mudanças que se deram no meio (ou seja, com completa independência do que se passa no mundo real). Por exemplo: um dos “ritos” partidários mais comum é o comício, mas o comício já deixou de fazer sentido há muito tempo. O objectivo do comício era falar às massas, convencê-las de algo ou impressionar outros sectores políticos e para isso é necessário ter um plano claro, ou pelo menos um conjunto de posições, e um orador competente e carismático. Ora hoje em dia as massas não se convencem com comícios (nem sequer se consegue ter número suficiente de pessoas), os que aparecem são os que já estão convencidos (e esperam receber alguma coisa por agitar a bandeira) e não existe ninguém no panorama político ou social que se impressione com essas demonstrações. Para rematar os oradores regra geral são tecnicamente medíocres e têm o carisma de uma amiba.

O mundo mudou, as pessoas precisam de ver novas necessidades atendidas e os “slogans” de há 30 anos não lhes dizem nada (o que explica em grande parte o alheamento da juventude) e os meios de comunicação tradicionais ou são inúteis ou estão a ser usados de forma incorrecta.

Obviamente que este situação possui uma mecânica com dois lados. Apenas funciona porque o eleitor o permite, ou seja, dá o seu consentimento tácito. A participação cívica é muito baixa ou inexistente o que abre o campo a qualquer rapaz de partido que sabe que por muito mau que seja, por muita asneira que se descubra não tem nada a temer do eleitor, a única entidade à qual presta contas é à lógica opaca do aparelho do partido – que foi quem o pôs lá!

O envelhecimento da política e o cinismo do cidadão comum são apenas sinais e não causas em si mesmas. Tal como os problemas têm dois agentes que o geram a solução também terá que os ter, a grande questão é saber quem, dentro dos movimentos ainda capazes de gerar pensamento original e próprio, tem o que é preciso para motivar (indignar, chocar, abalar, seja o que for que o traga de volta à vida) o agente “opinião pública” que até agora tem estado profundamente adormecido.

A adesão da Turquia à União Europeia é de uma importância estratégica enorme para a Paz Mundial.

Da forma que as relações internacionais nos últimos anos se têm revelado é possível que nunca se encontre a tão prometida Paz Mundia.
Isto porque de um lado temos a União Europeia, de outro os Estados Unidos, de outro os países Árabes, etc.
E enquanto estes grupos vão existindo separados pela cultura, a eminência de guerras internacionais ou a possibilidade de uma 3ª Guerra Mundial vai crescendo.

Paz e Democracia são palavras que apenas podem coexistir com globalização e aproximação dos povos.

A entrada da Turquia para a União Europeia seria um dos maiores passos da história da Humanidade no caminho para a paz Mundial.
Ao permitir que a Turquia se tranformasse num país "Europeu" colaborando para o seu desenvolvimento como um país livre e democrático estaríamos a dar uma lição ao mundo inteiro de como o Islamismo pode existir de forma democrática, pacífica e livre.

Todos aqueles grupos fanáticos que nos habituámos a odiar e temer perderiam imensa força, pois os povos Islâmicos teriam a partir daí um sonho de paz e desenvolvimento, retirando-lhes todo o apoio.

A pergunta que se depara perante nós é se queremos contruir uma "parede" ou se queremos construir uma "porta".

Formulando a mesma pergunta de outra forma: o que é a União Europeia? Uma enorme muralha que mantém os previligiados dentro e os rejeitados fora ou é um sonho de Paz, Democracia e Liberdade que permite entrar todos aqueles que partilham esse sonho?

A Turquia deve entrar para a União Europeia. Deveríamos tambem convidar a entrar países como o Canadá e a Costa Rica, pelos seus modelos de desenvolvimento.

Nota: Esta é uma opinião pessoal e não a posição oficial do MLS.

Retrato de Luís Lavoura

O recente "chumbo" do orçamento europeu pelo Parlamento tem feito levantar, como é imprescindível, a questão da criação de um "imposto europeu", isto é, de um imposto que financie a União Europeia. De facto, a União Europeia e o seu funcionamento não podem continuar eternamente reféns da boa vontade dos Estados-membros mais ricos, que aceitam ou não aceitam financiar a União de forma adequada. A União Europeia não pode continuar refém de cheques britânicos nem da personalidade d@ chanceler federal alemã(o).

Quero aqui fazer notar que o imposto europeu a, eventualmente, criar, não tem que constituir - nem deve constituir - um aumento da fiscalidade sobre a generalidade dos cidadãos europeus. O que se deve fazer é desviar uma parte dos impostos atualmente existentes, afetando-a de forma permanente à União Europeia. Por exemplo, a União Europeia poderia passar a ser financiada afetando-lhe 2% da taxa de IVA atualmente existente em cada país. Assim, em Portugal, em vez de pagarmos 21% de IVA para o Estado português, pagaríamos 19% de IVA para o Estado português mais 2% de IVA para a União Europeia; na Dinamarca, em vez de se pagar 25% de IVA para o Estado dinamarquês, passar-se-ia a pagar apenas 23%, e os restantes 2% iriam para a União.

Desta forma não haveria aumento de impostos, e cumprir-se-ia o princípio de que os países mais ricos devem contribuir mais para a União. Tamém, o orçamento da União teria que ser adequadamente modulado em função do ciclo económico na Europa, em vez de se gastar dinheiro de forma rígida, como atualmente.

Retrato de Luís Lavoura

Consta que o Parlamento Europeu vetará a proposta de orçamento da União para 2006-2013, preparada há um mês atrás, com o argumento de que esse orçamento tem um montante muito baixo e que não satisfaz as perspetivas dos dez novos países membros da União.

Penso que só nos podemos congratular em que o Parlamento Europeu tenha agora poderes acrescidos. É bom que o Parlamento Europeu possa vetar o orçamento da União, mesmo depois de esse orçamento ter sido aprovado pelos governos de todos os 25 países. Por uma razão: os povos da União têm razões que os governos desconhecem. Foi também bom que o Parlamento Europeu tenha podido rejeitar os comissários propostos por alguns países - notoriamente, o famigerado Rocco Butiglione - pois que a Comissão Europeu não deve ser usada pelos Estados-membros como exílio dourado para políticos incapazes e mal-queridos a nível nacional (lembram-se do comissário Cardoso e Cunha?).

As razões que o Parlamento Europeu apresenta para rejeitar o orçamento são válidas. Trata-se de um orçamento miserável para uma União que se respeite. Nenhuma federação ou confederação tem um orçamento de 1% do seu PIB! É também um orçamento que deixa os novos países da União à míngua dos fundos que, no passado, foram abundantemente concedidos a outros países; e nada justifica essa mesquinhez.

Retrato de Miguel Duarte

Num inquérito da BBC, eis os resultados sobre quem manda no Reino Unido:

1. Jose Manuel Barroso - 22%
2. Rupert Murdoch - 15%
3. Parliament - 14%
4. The British People - 12%
5. Gus O'Donnell - 10%
6. Terry Leahy - 7%
7. Tony Blair - 7%
8. Google - 6%
9. Gordon Brown - 4%
10. Shami Chakrabarti - 4%

Estes Ingleses estão loucos! ;)