Política Internacional

Vídeo de um comboio de camiões no Iraque que se enganou no percurso e seguiu por uma estrada sem saída. Quando tentam voltar para trás são atacados pela população com pedras, bombas e tiros. Os militares abandonam os condutores (civis americanos) dos camiões. Vários condutores são mortos. O condutor que sobreviveu para nos mostrar este vídeo e contar a história foi despedido após o evento.

Caro leitor,

É da maior importância para mim como para outros membros do movimento liberal social deixar claro que recusamos qualquer medida política como tortura por parte de um estado dito democrático.

É política deste blog deixar que cada membro tenha liberdade de expressão e diga o que pensa, o que sente ou que lhe "apetece". É nos sempre complicado definir onde acaba a liberdade de uns e começa a liberdade dos outros.

Assim sendo em esclarecimento de quaisquer posts ou comentários que tenham aparecido ou que venham a aparecer neste blog, deixamos aqui claro que o Movimento Liberal Social repudia:

- Pena de morte;
- Qualquer atentado aos Direitos Humanos;
- Práticas de tortura seja a terroristas ou inocentes;
- Levantamento precoce da presunção de inocência;
- utilização da guerra para resolver conflitos que poderiam ser resolvidos de outra forma;
- utilização excessiva de ofensiva militar sob o pretexto da legítima defesa;

O Movimento Liberal Social quer ainda deixar claro o seu descontentamento com a administração Bush, com as políticas que ao cabo de décadas têm sido levadas a cabo pelos governos republicanos e pela família Bush em particular.

Somos também contra teocracias e consideramos que o Estado deve manter uma separação total e clara da religião, não querendo com isto proibir a religião de ninguém.
Sonhamos com o dia em que o discurso dos maiores líderes políticos não termina com "god is on our side".

Dito isto, esperamos que quaisquer devaneios mais extremistas que apareçam por aqui de membros ou não membros, sejam entendidos como tal e não como perspectivas do Movimento Liberal Social

Agradecemos a sua tolerância, compreensão e respeito pelas ideias dos outros (por mais inaceitáveis que possam ser para nós)

Retrato de Filipe Melo Sousa

A pressão exercida por Bush nas últimas semanas no sentido de validar as suas políticas de prisões secretas e métodos de interrogação começa a dar frutos. Mesmo os congressitas mais reticentes vão aprovar o texto submetido por Bush. E o tempo é limitado antes das próximas eleições que poderão alterar a actual maioria republicana no Congresso.

Sendo o texto aprovado, a administração americana poderá recorrer à tortura, como o estará provavelmente hoje a fazer. Estando no entanto a praticá-lo em prisões excepcionais situadas fora dos Estados Unidos, portanto fora da sua jurisdição, e administrada por regimes outros que o regime americano. Regimes esses que não ratificaram os tratados internacionais que a América ratificou. Como afirmou Condolezza Rica, a América está a cumprir a lei. Estando esses presos fora da sua jurisdição, a América estará imune perante o facto de ter ordenado ou administrado a tortura. Está a cumprir a sua lei dentro do seu território. Bush não deixou de se salvaguardar. Mas agora propõe-se alterar a legislação. De modo a poder fazê-lo à luz da legalidade. E clama o seu direito em praça pública, de fazê-lo dentro da sua lei, no seu território, dentro da sua legislatura, usando os votos que lhe conferiram os seus eleitores.

Dizem os críticos que se a América permitir legalmente a tortura, os seus inimigos terão alcançado uma grande vitória. Tenho visto este argumento referido por várias pessoas de várias facções políticas. O argumento é o seguinte: como o objectivo dos terroristas (se é que estes indivíduos têm algum objectivo) consiste em destruir o actual estado de direito, assim como as liberdades e garantias no mundo ocidental, então o facto de ter de fazer concessões às liberdades individuais é um passo para perder essa guerra. O ocidente passaria a usar as armas do inimigo, e ao jogar o mesmo jogo. Entraria portanto em contradição com os seus princípios, e perderia algo que num tom moralista se chama (de um modo um quanto obscuro) autoridade moral. É essa autoridade moral que uma elite intelectual pretende salvar. Tornando essa altivez moral mais importante que a simples liberdade de movimento e de acção do cidadão no decurso da sua vida. Acima de qualquer liberdade exercível. Esquecem-se no portanto que tais princípios éticos só são válidos num contexto de livre acção do indivíduo. Perante argumentos intimidatórios, ou perante uma arma não é possível responder com a voz da razão. Nem se pode discutir racionalmente com quem rejeita a racionalidade. Esse julgamento moral está completamente alienado do facto de esta guerra não se travar apenas no campo dos princípios mas sim no campo da força. Se um dos lados tem por princípio “propagar a fé por meio da espada”, então é a uma espada que estamos a fazer frente, não a palestra de sábios.

Henry Kissinger: “It is an act of insanity and national humiliation to have a law prohibiting the President from ordering assassination.”

Retrato de Miguel Duarte

Infelizmente, o ambiente actual, principalmente devido à política que a administração americana tem promovido, tem tendência a simplificar a questão do Médio Oriente e do fundamentalismo islâmico. Eis alguns apontamentos que eu tirei de uma imersão nesta questão que fiz durante algumas horas esta manhã:

  • Existem estudos que mostram que a esmagadora maioria dos "terroristas" actuar no Iraque, não eram radicais até à invasão do Iraque;
  • A invasão do Iraque corre o risco de entregar o Iraque de bandeja ao Irão, afectando por completo o equilíbrio no Médio Oriente. No passado o Iraque era o contra-poder do Irão, sendo mesmo financiado historicamente por outros países da região nesse seu papel, actualmente, devido às sansões após a primeira guerra do Iraque e à actual invasão americana, foi uma potência regional que deixou de existir por completo;
  • O Irão financia o Hezbollah porque são Shia, já o Hamas é Suni, por isso não vê com bons olhos determinadas afirmações do Irão. Além de que os árabes não gostam muito dos persas (Irão), pois historicamente fizeram frequentemente guerra com eles. Curiosamente, Osama Bin Laden é também um Suni, que se inspirou na "Irmandade Muçulmana", que surgiu em 1928.
  • A Irmandade Muçulmana é adepta do Islamismo Político e tenta combater a corrupção que grassa no Médio Oriente, erradicar o colonialismo e cria obras de caridade para aumentar a sua popularidade entre os mais pobres. Infelizmente é também extremamente conservadora e tem um comportamento semelhante aos comunistas e à extrema-direita, ou seja, aceita participar num sistema democrático para chegar ao poder, mas, chegando lá, admite terminar com esse mesmo sistema democrático.
  • Israel apoiou (fechou os olhos) às actividades da filial da Irmandade Muçulmana na Palestina (o Hamas), para contrabalançar o poder dos movimentos de resistência seculares (como a Fatah). O feitiço virou-se contra o feiticeiro quando esta a partir de 1987 se começou a militarizar...
  • No Iraque a Irmandade Muçulmana, que era oprimida pelo partido laico Baath, é agora uma grande força política, que participa no processo político suportado pelos americanos, como Sunis não são concerteza favoráveis ao Irão, mas são muito críticos dos americanos e certamente no poder contribuirão para um Iraque muito mais anti-ocidental, anti-liberal e perigoso para o Ocidente. Os americanos também lhes fizeram um favor ao, após a invasão do Iraque, banirem o partido Baath;
  • A história da "Irmandade Muçulmana" é extremamente interessante, após a sua leitura penso que qualquer um vai perceber que o problema em que vivemos actualmente é bem mais complexo do que a forma como o Bush o pinta e dificilmente vai ser resolvido pela força militar. Aliás, o Ocidente e os seus aliados, bem como os governos corruptos que deixámos instalados ao longo de décadas nos países árabes, são os grandes responsáveis pelo nascimento do fundamentalismo islâmico e pela força da Irmandade Muçulmana;
  • Já os Taliban surgiram apenas em 1993/1994 para repor a ordem no caos deixado pela queda do regime comunista (muito semelhante ao que está a acontecer hoje na Somália) e foram suportados pelo "nosso aliado" Paquistão;
  • O partido Baath é um partido socialista (árabe socialista), secular, progressista e nacionalista, que se quer pan-árabe (está presente em vários países). Infelizmente não é muito democrático, mas em termos de economia apela a um socialismo soft, longe do marxismo. Para o Ocidente, sinceramente, era o menor dos males;
  • Finalmente temos na Arábia Saudita, um nosso "aliado", os Wahabis, que são Sunis, mas professam uma versão muito radical do Islamismo. Algumas teorias da conspiração afirmam que foram inspirados pelos Ingleses para deitar abaixo o Império Otomano.
  • A Turquia, uma país tradicionalmente laico desde o tempo dos Otomanos, tem sofrido tentativas de chegada ao poder por parte dos fundamentalistas islâmicos, maioritariamente financiados pelo Irão e influenciados ideologicamente pela ideologia promovida pela Irmandade Muçulmana

As minhas conclusões:

  • Tem que se obrigar o Irão a deixar de financiar movimentos políticos em outros países;
  • Ideologias totalitárias como as defendidas pela Irmandade Muçulmana têm que ser combatidas;
  • O Ocidente tem que ajudar a combater a corrupção nos países muçulmanos e a melhorar a qualidade de vida das populações e reduzir o desemprego nesta região, pois estas são as principais causas para o crescimento de ideologias totalitárias (aliás, é assim em todo o mundo, foram também estas as causas de crescimento do nazismo e do comunismo);
  • Temos que ter cuidado nos aliados que escolhemos. Países como o Paquistão e a Arábia Saudita são também fontes de destabilização na região e de radicalismo (servindo também de financiadores para grupos radicais).

O MLS congratula os seus parceiros na Suécia pelos resultados eleitorais, para as eleições parlamentares, obtidos no último dia 17 de Setembro pela Aliança pela Suécia, coligação constituída pelo Partido Liberal e pelo Partido do Centro, entre outros, que derrotou de uma forma clara o actual partido no governo, o Partido Social Democrata.

Encaramos com grande satisfação que dois partidos da nossa família política tenham agora oportunidade de pôr termo a cinquenta anos de políticas paternalistas e intervencionistas que prejudicaram em muito a liberdade individual na Suécia e o dinamismo económico deste país.

A Aliança pela Suécia foi criada em Agosto de 2004 com a apresentação de uma declaração conjunta sob a qual os quatro partidos que a constituem lutaram pela vitória. Em conjunto, os partidos comprometeram-se a trabalhar por uma sociedade mais empreendedora, verde, segura e aberta.

Miguel Duarte, presidente do MLS, afirmou encarar de uma forma muito positiva a recente vitória, pois esta poderá vir a ter repercussões em Portugal ao nível das políticas europeias. "Estamos em total sintonia com a Aliança pela Suécia relativamente à necessidade urgente de reformar a PAC, abolindo por completo todos os subsídios à produção e exportações, bem como as barreiras às importações" afirmou Miguel Duarte. Continuou ainda afirmando que é necessário que as políticas liberais agora escolhidas pela população sueca sejam também implementadas em Portugal, assegurando assim o crescimento económico e um tratamento menos paternalista, por parte do Estado, relativamente aos Portugueses.

Retrato de Filipe Melo Sousa

Morreu Hoje a escritora e jornalista Oriana Fallaci, vítima de cancro.

Deixou uma carreira brilahte. Já em adolescente, Oriana Fallaci deu provas do seu engagement político, juntando-se à resistência italiana durante a segunda guerra mundial. Iniciou uma carreira jornalística aos 17 anos. Fez carreira cobrindo a guerra do Viet-Nam, o conflito entre a Índia e o Paquistão, e a actualidade no Médio Oriente e na América do Sul. Passa ainda pelos jornais L'Europeo, Corriere della Sera e Época, recebendo vários prémios jornalísticos de alcance internacional.

Doutora-se no Columbia College de Chicago, ensinando em Yale, Harvard e Columbia.

Tem hoje traduções das suas obras em 21 línguas. Estando em NY durante o 11 de Setembro, ficou marcada pelos atentados. Espelhou nas suas obras La rabbia e l'orgoglio, e La forza della ragione o seu choque, e a sua leitura do actual conflito global.

Reconheço a Oriana Fallaci o mérito de ter sabido meter os pés na terra, e dar o seu testemunho mesmo face às ameaças e aos argumentos intimidatórios. Fallaci entendeu que a pior forma de censura é a auto-censura por intimidação.

“There are moments in Life when keeping silent becomes a fault, and speaking an obligation. A civic duty, a moral challenge, a categorical imperative from which we cannot escape.”

Retrato de Filipe Melo Sousa

Não posso deixar por denunciar a extrema injustiça que reside na decisão da revista TIME, ao eleger como personagem do ano, e em mesmo pé o Casal Bill e Melinda Gates, assim como Bono, vocalista dos U2. O artigo cita-os como “Good Samaritans Melinda Gates, Bono and Bill Gates: three people on a global mission to end poverty, disease—and indifference”. Aparecem na capa os três rostos lado a lado como exemplos de altruísmo. Três celebridades que investiram a sua vida na luta contra a pobreza.

A grande hipocrisia e injustiça, ao por o casal Gates em pé de igualdade com Bono reside no facto de os primeiros realmente terem doado algo seu na luta contra a pobreza, e Bono não. É facilmente desmontável o argumento em como Bono é algum filantropo, e exponho os seguintes argumentos:

1) O Casal Gates fez fortuna, partindo do zero, através de uma empresa que revolucionou a economia do nosso século. Não só contribuíram para o boom da economia mundial, tornando o software universal, como também doaram à humanidade o excedente do consumidor, como em qualquer venda livremente praticada. De seguida viram o seu lucro ser duplamente tributado através do sistema fiscal (tanto a empresa Microsoft nos seus lucros, como em seguida foram tributadas as pessoas singulares Bill e Melinda no seu IRS). Após essa tripla contribuição para a sociedade, ainda entregaram o resto da sua carreira e fortuna ao filantropismo, dedicando-se à sua fundação. Ganharam o seu pão a partir do nada, sem pedir nada a ninguém para o oferecer ao mundo, sem mendigar a fortuna de ninguém para atingir os seus propósitos, e viver de acordo com os seus princípios, do modo que mais os preenche na sua vida.

2) Bono Vox tem feito campanha para que se perdoe a dívida dos países pobres como líder da campanha “Drop The Debt”. Esse princípio é altamente questionável, pois implica a supressão de qualquer empréstimo futuro, e torna esses países dependentes da mendicidade internacional, que apenas tem mostrado beneficiar o bolso dos ditadores no poder. Mendigando aqui e acolá o esquecimento do justo direito de retribuição das pessoas que neles investiram e confiaram. Ao alcançar um perdão estatal, Bono está nada mais do que conseguir colocar um fardo aos contribuintes dos países credores, e de seguida colher os louros e mérito dessa acção. Como se fosse ele a carregar o fardo desse perdão. Com isso, Bono contribui de forma esmagadora para a sua imagem de marca da sua banda, largamente recompensada pela venda dos seus discos. Altruísmo?

3) Quanto a Bono como pagador de impostos, faça-se justiça e lembre-se que Bono fixou residência fiscal em Amsterdão em 2005 para poder reduzir a sua balança de pagamentos ao estado. Anteriormente a isso, os U2 puderam beneficiar de uma isenção fiscal datada de 1969, para “ajudar artistas em dificuldades”. De seguida criticou o governo Irlandês por não doar 0,7% do PIB dos seus concidadãos a estados do 3º Mundo.

Moral da história: é fácil ser um grande filantropo com o dinheiro dos outros

No Bloguítica estão vários links para textos que denunciam a presença das FARC (em Português), que mantêm cativa Ingrid Betancourt, senadora e activista anti-corrupção colombiana, raptada a 23 de Fevereiro de 2002 enquanto fazia campanha para as eleições presidenciais. «Para além da revolução - claro - o currículo das FARC inclui outras banalidades como o tráfico de drogas, o assassinato de gente comum e o rapto generalizado na Colômbia» (Kontratempos).

Que o PCP não é um partido de valores democráticos e muito menos liberais, todos nós sabemos, mas isto é intolerável, asqueroso, abjecto, repugnante.

Lê-se que é uma situação que acontece desde há uns anos. Pois não sabia. Aprendi agora. Mas que isso não sirva de desculpa para "relativizações" apologéticas tão ao estilo do PCP.

Diz ainda Paulo Pedroso: «Gostava muito de ver a Assembleia da República a aprovar um voto - claro, conciso e que não deixasse espaço para pretextos - exigindo a libertação imediata dos sequestrados das FARC e fico curioso quanto a como o votariam o PCP e os seus aliados dos Verdes.»

Numa visita à Holanda há uns meses atrás, apercebi-me que sob a capa de um suposto liberalismo esconde-se por vezes uma total indiferença.

Para enquadrar deixem-me explicar que o “típico” Holandês odeia prostituição, drogas, aborto, etc mas não quer proibir nada. Assume a postura do “queres te matar, força”.
Eu não discordo desta postura mas é aqui que, pela tolerância, começa a indiferença.

O problema surgiu quando o desafio foi a imigração e os Holandeses continuaram a dizer “não proibimos, faz para aí, mas eu não quero ter nada a ver com isso”.
Fechar os olhos foi mais fácil.

Em pouco tempo começou a surgir uma segregação. As várias comunidades começaram a isolar-se em guetos sem se misturarem com os outros holandeses. Surgindo assim um novo conceito dos países desenvolvidos: O apartheid espontâneo.
Na boa prática dos Holandeses continuou a não existir interferência.

Mas apesar do silêncio, a raiva começava a crescer dentro de cada indivíduo, ocultada por um silêncio politicamente correcto.
Deu-se início a uma guerra fria urbana, que não usa armas nucleares, mas que já levou a assassinatos e à queda de um governo.

Esta é a minha resposta à pergunta do Miguel Duarte no último post.
Liberalismo e tolerância não são, nem podem ser, um fechar de olhos. É preciso evoluir para um conceito de compreensão, análise de necessidades, integração e respeito.

Na Holanda já aprenderam a lição e iniciaram programas de integração através da distribuição geogáfica.
Mas será que na Europa já aprendemos a lição ou vamos repetir o mesmo erro em todos os países?

Retrato de Miguel Duarte

A notícia já tem barbas, mas só a encontrei agora e estou incrédulo, precupado e triste:

Four out of 10 British Muslims want sharia law introduced into parts of the country, a survey reveals today.

The ICM opinion poll also indicates that a fifth have sympathy with the "feelings and motives" of the suicide bombers who attacked London last July 7, killing 52 people, although 99 per cent thought the bombers were wrong to carry out the atrocity.

Overall, the findings depict a Muslim community becoming more radical and feeling more alienated from mainstream society, even though 91 per cent still say they feel loyal to Britain.

Forty per cent of the British Muslims surveyed said they backed introducing sharia in parts of Britain, while 41 per cent opposed it. Twenty per cent felt sympathy with the July 7 bombers' motives, and 75 per cent did not. One per cent felt the attacks were "right".

Fonte: Telegraph

Ou seja, basicamente no Reino Unido quase metade dos Muçulmanos apoia a lei Sharia, que inclui entre outras coisas queimar mulheres vivas como castigo por desonrar a família (ex: trair o marido), apedrejamentos, amputações de membros e pena capital para quem mude de religião (principalmente quem deixe de ser muçulmano).

Lendo isto, sinto-me extremamente preocupado, pois a meu ver, isto significa que 40% dos muçulmanos do Reino Unido são efectivamente extremistas e uma ameaça à liberdade no país (aproximademente 700.000 pessoas). É claro que o lado positivo é que 60% não o são. Mas pergunto-me, o que fazer com estes 40%? Como enquadrar estes 40% numa sociedade aberta, tolerante, que respeite a vida humana e a liberdade individual? O que está a falhar nas políticas de integração do Reino Unido (que é conhecido pela sua tolerância)?