Religião

Textos e vídeos sobre religião.
Retrato de Igor Caldeira

É injusto!, a expressão da indignação, é uma frase que muitas vezes digo quando discuto a questão das liberdades individuais e políticas, sobretudo quando o tema envolve, de forma imediata ou mais remota, a religião. A indignação que assim se exprime é um sentimento de impotência, de tentiva mal sucedida de encontrar um eco, uma imagem ou uma semelhança - não na superfície mas nas motivações profundas - naquele que provoca a indignação. Ou seja, não se trata da discordância sobre uma qualquer matéria, mas a percepção de que não há qualquer hipótese de acordo porque o que é exigido é a capitulação, o apagamento de nós e a nossa submissão à posição contrária. É injusto! é por isso uma frase insuficiente. Perante Atocha dizer que é injusto não basta. E procurar o diálogo com quem fez Atocha, faz sentido?


Li ontem de uma assentada Os homens do terror - Ensaio sobre o perdedor radical de Hans Magnus Enzensberger. O único livro dele que tinha lido foi o Guerra Civil e já na altura me tinha parecido brilhante. Muitas vezes torço o nariz e fico a pensar melhor no que ele escreve: ele tem o condão de nem sempre dizer aquilo que nós pensamos que ele está a dizer. Quando comecei o livro assustei-me: não tinha paciência para ler um livro que se limitasse a desculpabilizar, através de uma análise psicológica e económica (reduzindo a alma humana a um conjunto de índices alcançáveis mediante umas quantas equações), os terroristas enquanto vítimas do capitalismo e da globalização. De facto, pouco a pouco essa ideia vai sendo desconstruída ao longo do livro até que Enzensberger claramente ataca esse tipo de posições. Suspirei de alívio e reconheci o autor de Guerra Civil.

O argumento do autor parece-me fazer sentido e a sua resposta ao problema ainda mais.

Começando pelo princípio: O falhado pode contentar-se e resignar-se com a sua sorte, a vítima pode exigir reparação, o vencido pode preparar-se para o assalto seguinte. Pelo contrário, o perdedor radical isola-se, torna-se invisível, cuida dos seus fantasmas, concentra a sua energia e espera pela sua hora. [...] Contudo, o que os outros pensam dele [...] não chega ao perdedor ara que se radicalize. Ele próprio tem de contribuir com a sua parte. Ele tem de dizer a si mesmo: Sou um perdedor e mais nada. [...] Só então "perde o controle". O perdedor radical é aquele que profundamente não tem já qualquer esperança na sua vitória: ele vive numa dialéctica permanente de auto e hetero-culpabilização a respeito da sua condição, projectando no mundo o ódio a si próprio e desejando tanto a destruição dos outros quanto a sua própria destruição. Como o autor escreve, ele quer ser o senhor da vida dos outros e o senhor da sua própria morte. Nesse momento, em que ele tem o poder de destruir os outros e aniquilar-se também, ele tem o controlo absoluto: como é possível punir alguém que se pune a si próprio?

Entre nós os perdedores radicais habitualmente resignam-se a actos de pouca envergadura: matam os filhos e a mulher e depois suicidam-se; matam os colegas e os professores e depois suicidam-se; matam os colegas de trabalho e o chefe e depois suicidam-se. Mas o que sucede quando surge uma ideologia que os mobilize?

Na Alemanha do pós-guerra e ao longo das décadas de 20 e 30 o nazismo conseguiu pegar numa nação derrotada, concentrar todos os recorrentes alvo de ódio e de teorias conspirativas (judaísmo e conspiração capitalista-bolchevique) e transformá-lo numa ideologia que varreu o país e que consistiu num acto colectivo de suicídio demográfico e cultural: um sétimo da população alemã perdeu-se, a elite intelectual que sustentara as universidades alemãs emigrou para os Estados Unidos. Só havia duas hipóteses: ou a vitória (e um país da Europa Central conquistar o Mundo era ridículo) ou então a derrota absoluta. Se o povo alemão não vencesse, cria Hitler, então era porque não merecia viver. Os alemães sobreviveram, mas nunca mais foram os mesmos e a Alemanha é hoje apenas a sombra do que foi.

No século X os árabes diziam dos povos do norte que eram grosseiros de corpo e de mente, pouco inteligentes, pouco dados ao trabalho intelectual ou físico. A mesma coisa que hoje alguns ocidentais dizem a respeito dos árabes. O que só prova que nem os árabes de então eram superiores, nem os ocidentais de hoje o são. Pelo menos geneticamente. A questão é outra.
Do século X até aos dias de hoje o mundo islâmico em geral, e o árabe em particular, tem sofrido um declínio consistente, só invertido parcialmente nas últimas décadas pelo petróleo. De uma civilização que concentrava em si todo o saber do mundo antigo restam hoje 280 milhões de pessoas cuja produção cultural fica globalmentge muito atrás, por exemplo, da Espanha (de facto, foram traduzidos menos livros no mundo árabe nos últimos mil e duzentos anos que o são todos os anos em Espanha).
Culpar o colonialismo é arranjar mais bodes expiatórios. Judeus, americanos, liberais, democratas, socialistas, europeus... Mas foi a partir do próprio Corão que se extraíu o princípio que levou à proibição da imprensa mecânica no século XV.

Também é no Corão que está a invectiva para matar os que, tendo aceite o Livro (judeus e cristãos) não se submetam ao Islão, seja a ele aderindo, seja pagando um tributo especial. E aqui vamos ao coração do problema actual do islamismo radical. Radical significa ir à raíz e ir à raíz do islamismo é perceber que a palavra islam significa submissão. Só há duas alternativas: a submissão ou a morte. A vitória absoluta ou a derrota absoluta. Os árabes, mais que quaisquer outros muçulmanos, vivem hoje esta ferida aberta de se saberem factualmente inferiores aos outros, mas de se sentirem espiritualmente superiores. O seu lugar é o de um povo conquistador, dominador. Mas, por culpa alheia, estão subjugados por sub-humanos. Tal como os nazis pensavam e pensam. Não estou a dizer que os muçulmanos radicais são nazis. Estou a dizer que uns e outros partilham a mesma condição e têm a mesma inclinação, o mesmo amor à morte e ao sofrimento. Uns e outros têm a mesma concepção medieval de boa morte, morte no sofrimento mais atroz como condição salvífica do seu espírito.

São perdedores radicais e, como não conseguem conquistar o mundo, querem destruí-lo. E os outros muçulmanos, os que não são radicais, não são seus aliados: eles são as primeiras vítimas, como o foram os alemães às mãos dos nazis. A maior parte das vítimas actuais de terrorismo são civis muçulmanos, cuja morte é merecida precisamente porque não são radicais, ou são um pouco menos radicais. E são pobres. Como a maior parte dos perdedores radicais islâmicos são ricos ou pelo menos de classe média.

Indignar-se com a violação retumbante do princípio da reciprocidade é perda de tempo. Quem se enerva com tal facto é ele próprio o culpado. Enquanto se mantiverem exigências absurdas e ultrajes, será melhor reagir com uma calma inflexível e ignorar os provocadores que berram às suas próprias paranóias. Aliás, eles são imunes aos argumentos, de tal modo que é escusado aceitar os seus lemas monótonos e repetitivos. Quando, sem dúvida, se trata de fogo posto, de tomada de reféns e de assassínio, só o monopólio do poder da polícia e da justiça ajuda. A partir deste ponto, o "diálogo" recomendado como panaceia mostra-se como uma auto-ilusão. Até sociedades liberais como a holandesa tiveram de aprender que as tácticas de remissão dos ressentimentos e de atenuação dos conflitos com os migrantes hostis, em vez de os reprimir, agudiza-os. Favorecem a ascensão de partidos de direita populistas e a escalada da violência.

Esta é a resposta de Enzensberger e, creio, a única que faz sentido. Não temos de responder a todas as exigências porque nem todas as exigências são passíveis de negociação. O que devemos ter são princípios sólidos que defendam todas as liberdades. O facto de uma mulher andar de mini-saia, ser divorciada e lésbica é algo que diz respeito apenas a ela e portanto não podemos negociar com ninguém restrições à liberdade dela apenas porque a liberdade dela choca com as crenças de outrem. O diálogo não funciona aqui. Quem pretender violentamente limitar a liberdade dela, tem de ser punido exemplarmente. Se isso não acontecer e continuarmos a tergiversar e a pensar que talvez aplicar alguns dispositivos da Sharia talvez não fosse tão mau assim... bom, aí sim, este continente pertencerá aos Geert Wilders.

Retrato de Miguel Duarte

Depois de tanta polémica, estou um pouco desiludido (nada de novo, é basicamente um resumo daquilo que já sabemos). Mas, aqui vai a visão de Geert Wilders sobre o Islão, como contributo para o debate sobre esta religião.

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She was the most fierce catholic person that I’ve known. She was catequist; and she mentioned faith, Jesus or God (not in vain) in every conversation, in almost every sentence she said. There are not many people in rural Portugal who know or talk about the freemasonry – but there she was, blaming those who mocked the Holy Cross.

And yet, this ultra-religious person that blamed divorce as a source of infinite evil, she was capable of surprising me. The last time I saw her, she talked about marriage. Today, people are not tolerant, and divorce is a plague. But, then again, she talked about her own marriage. She has been married for almost 50 years... a happy marriage, I suppose? Yes, but yet, she had some problems:
“Ele empiteirava-se…”
Ok, she complained a little of the alcohol problems of her husband. And what did she do about? Of course, she didn’t left him; you don’t walk away from your commitment. However, she didn’t remained silent: “ele começou a dizer que se suicidava por causa de nós e eu comecei a dizer na rua como é que as coisas se passavam. Sim, que as pessoas também acabavam por perceber…”
Was she raising false testimonial? No. Was she difamating her husband? I’m not sure... problably not. What impressed me was that she was using tactics to tackle the situation – using the public space to defend herself in the private space – that I would link to Feminism, of Protestant societies...
Maybe that tactics is part ot Catecism of the Catholic Church, as mentioned by Dr. Arroja in his blog? I don’t know. What I know is that today, “se calhar não aturava tanta coisa.” Is this a sign that Catholic societies are being progressively conquered by protestant values, even among the loyalest people? Or, does it simple mean that Catholic women are more aware that God doesn’t tell them to be like “mulas”?

Retrato de Miguel Duarte

Muito interessante este artigo no The Economist sobre os últimos trabalhos científicos na área da religião.

Parece que a nível evolutivo a religião é vantajosa para um determinado grupo de indivíduos, ao incentivar a cooperação entre esses indivíduos. Os membros dos grupos religiosos parece que têm menos tendência a enganar-se mutuamente e estão mais disponíveis a sacrificar-se pelo grupo. Tal leva a um processo de selecção natural, onde sociedades/grupos onde a religião tem um papel relevante têm no longo prazo uma vantagem competitiva sobre grupos onde a religião não está presente.

Um exemplo interessante, são os estudos que foram feitos comparando a duração de comunidades religiosas e não religiosas de Comunas nos Estados Unidos e de Kibutz em Israel. Parece que as comunidades com maior sobrevivência no tempo foram precisamente as religiosas (as comunas não religiosas duraram no máximo 40 anos, já algumas das religiosas duram até aos dias de hoje, tendo já 149 anos a mais antiga). O que me faz reflectir, que, em termos de sobrevivência no tempo, provavelmente o maior problema do Comunismo foi ter como religião oficial a não religião. É que o "ópio do povo" é na realidade necessário para manter o povo na ordem e trabalhador.

Já os sinais de auto-sacrifício religioso, parece que têm uma utilidade. Quanto mais difíceis são esses rituais de cumprir, melhor assinalam que um determinado membro acredita no grupo e está disposto a cooperar no mesmo e que também, é merecedor dos benefícios proporcionados por esse grupo.

Por outro lado, as comunidades que são mais fundamentalistas em termos de religião, tendem a ser aquelas que se sentem mais ameaçadas (quer a nível de grupo, quer a nível individual). O que explicar curiosamente, quer o maior nível de religiosidade nos EUA (onde por ter menor protecção do Estado a vida é bem mais dura para muitos indivíduos, e até, parece-me, a religiosidade é maior nos Estados mais liberais economicamente), face à Europa, quer o nível de fundamentalismo em alguns países do Médio Oriente, como o Irão e o Afeganistão, que são sociedades que além de terem elevados níveis de pobreza estão em profunda crise no que toca à erosão rápida dos seus valores tradicionais em confronto com a modernidade (valores "ocidentais"). Esta explicação também é óptima para justificar a evolução dos níveis de religiosidade na Europa e no nosso país desde a revolução industrial.

Curiosamente, um dos benefícios que a religião proporciona, a honestidade, deve-se ao facto de quem acredita num deus, sentir que está a ser observado (algo que foi quase humoristicamente abordado num estudo relatado no The Economist, onde indivíduos que sentiram estar a ser observados por um fantasma comportaram-se mais honestamente que outros que não estava sobre vigilância do além). Ora, a sociedade moderna está a arranjar uma alternativa a este big-brother do além, que é o big-brother, bem mais real do controlo absoluto de todos os movimentos que fazemos...

Retrato de Miguel Duarte

Mais um vídeo do Osama Bin Laden... Com palavras extremamente preocupantes.

Retrato de Miguel Duarte

Discussão humorística sobre religião nos EUA e os absurdos defendidos pelos vários cultos.


Retrato de Miguel Duarte

Não há paciência. A intolerância à crítica religiosa por parte dos países islâmicos é intolerável. Segundo a BBC o vídeo que originou a proibição de acesso ao Youtube no Paquistão foi o abaixo:

Será que os muçulmanos são tão fracos na sua fé que não suportam o mínimo de crítica?

PS: Circulam rumores que a verdadeira razão não foi religiosa, mas sim os vídeos que mostram que houve falcatruas nas eleições do Paquistão.

Retrato de Miguel Duarte

Maomé

Na Dinamarca foi recentemente abortado um atentado ao cartonista que desenhou Maomé como um terrorista, numa crítica aos que em nome do Islão praticam o terrorismo. Pois ironicamente, a dita caricatura faz após esse atentado, ainda mais sentido.

Em vez de tentar esquecer o assunto e andar para a frente com a vida, alguns radicais, pretendem cortar via o medo a liberdade de expressão. Eu não tenho medo.

E, quando mais este assunto for levantado, mais será no Google e aos olhos do mundo esta a imagem de Maomé.

Retrato de Luís Lavoura

Um desenvolvimento muito preocupante na Europa civilizada, a fazer lembrar o salazarismo: regulamentação do aspeto exterior dos edifícios e eliminação da liberdade religiosa numa província da Áustria - pior ainda, com o assentimento de um dos partidos do arco governamental, o conservador OeVP (Partido do Povo Austríaco).

Retrato de Igor Caldeira
In conclusion, it seems that if we are to think intelligently about the relations between Islam and British law, we need a fair amount of 'deconstruction' of crude oppositions and mythologies, whether of the nature of sharia or the nature of the Enlightenment. But as I have hinted, I do not believe this can be done without some thinking also about the very nature of law. It is always easy to take refuge in some form of positivism; and what I have called legal universalism, when divorced from a serious theoretical (and, I would argue, religious) underpinning, can turn into a positivism as sterile as any other variety. If the paradoxical idea which I have sketched is true – that universal law and universal right are a way of recognising what is least fathomable and controllable in the human subject – theology still waits for us around the corner of these debates, however hard our culture may try to keep it out.
O que o primaz anglicano fez foi dizer de uma forma anglo-saxónica, multiculturalista e conciliatória o mesmo que Bento XVI tem estado a dizer de uma forma católico-romana, romano-germânica, germânico-continental nos últimos anos: os cristãos, mais do que não gostarem dos muçulmanos, invejam-nos terrivelmente. Os muçulmanos estão a conseguir aquilo que eles não têm conseguido (embora a regressão civilizacional americana dos últimos vinte a trinta anos, desde Reagan, seja preocupante): parar o avanço do positivismo e do laicismo, ou seja, a adopção de critérios universalmente validáveis à luz de um pensamento racional.
Basta recordarmo-nos do apoio do clero católico ao clero islâmico aquando da crise dos cartoons dinamarqueses (Schopenhauer tem uma frase eloquente que se aplicaria muito bem a esse episódio: A má consciência que a religião deve ter pode ser avaliada pelo facto de ser proibido troçar dela sob pena de severos castigos.).
Convenço-me enfim, se dúvidas tinha, que enfrentamos hoje uma luta historicamente única, porque se trata da luta entre duas civilizações; sim, podemos falar de clash of civilizations, mas as civilizações não são as de Huntington. Essa luta é entre a civilização que nasceu do odiado por Williams Enlightenment e as formas tradicionais de organização bárbara da humanidade, fundadas na recusa da Razão e na defesa de Deus. Não, não faço a coisa por menos: é que cada um pode dizer que até tem uma religião e crê em deus(es), mas enquanto não transformar toda a sua vida (política, relações pessoais, vida familiar) em função da religião (especialmente se abraãmica) estará a viver uma religião sem deus, uma liturgia sem fé. E ainda bem.
A luta é então entre Modernidade, a Modernidade gerada pelo liberalismo e que nos deu um Estado de Direito, instrumento (o Estado e o Direito, os dois em simultâneo e num só) último de defesa do Indivíduo contra a opressão daquilo que todo o descerebrado bem pensante dos nossos tempos chama sociedade civil, e essa mesma sociedade civil. Esse conjunto de entidades, os vizinhos, as igrejas, as empresas, que se nuns casos podem servir de rede de amparo, deixadas a si próprias esmagarão a liberdade individual.
Há uns tempos escrevi sobre a ideia de direito social. A ideia que para mim a ele subjaz deve ser a possibilidade de a sociedade se organizar de forma paralela em relação ao Estado. Mas essa ideia não pode ser compatível com uma organização contra o Estado, ou seja, contra o Estado de Direito. Não se trata de criar novos mecanismos compulsórios que se substituam ao Estado. Trata-se de formas de interacção exclusivamente voluntária e que não podem de forma nenhuma substituir-se às normas legais vigentes. Não tem rigorosamente nada que ver com o que conservadores, fundamentalistas religiosos, esquerdistas radicais ou libertários de direita defendem.
Surgir alguém como o arcebispo de Cantuária a defender uma aberração como a aplicação da sharia tem, em última análise, menos que ver com a sharia em si (por muito bárbara que ela seja, mas a Bíblia não é melhor que o Corão; de resto, o próprio arcebispo pôs de parte os castigos corporais, aceitando em contrapartida a regulamentação do matrimónio, que presume-se, seja bastante mais civilizada) que com dois modelos de sociedade: a que as revoluções americana e francesa nos deram e a que precedeu as revoluções liberais dos séculos XVIII e XIX. O problema não está em ser uma lei islâmica. Está em que não se trata de uma só lei, aplicável a todo o ser humano num determinado espaço político.
Li quem falasse de uma capitulação perante o islamismo; não se trata de uma capitulação: trata-se do firmar de uma aliança. Possa a Razão combatê-los a todos.