Retrato de Luís Lavoura

Se o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) quer aumentar a sua rentabilidade investindo em ativos de maior risco, isso é (até certo ponto) razoável. Mas não há necessidade nenhuma de o fazer investindo em obrigações do Estado português; pode perfeitamente investir em obrigações do Paquistão, da Indonésia, ou de múltiplos outros países que oferecem riscos e rentabilidades comparáveis. Ter o FEFSS a investir em obrigações do Estado português é pôr todos os ovos no mesmo cesto - algo que um investidor prudente nunca deve fazer.

Em minha opinião, o despacho de Vítor Gaspar e Pedro Mota Soares que determinou que o FEFSS se carregasse até 90% com obrigações do Estado português é, pura e simplesmente, criminoso.

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