Retrato de Miguel Duarte

Depois de tanta polémica, estou um pouco desiludido (nada de novo, é basicamente um resumo daquilo que já sabemos). Mas, aqui vai a visão de Geert Wilders sobre o Islão, como contributo para o debate sobre esta religião.

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Retrato de Filipe Melo Sousa

Censura Intimidatoria

Filipe Melo Sousa on Sábado, 29/03/2008 - 11:35

Sabendo que o vídeo foi retirado, conclui-se mais uma vez os métodos cobardes que o islão usa para propagar a sua mensagem através do medo e da violência. Mais do que nunca, é importante reflectir sobre o espaço que se concede a ideologias totalitárias de um povo que parou na idade média.

Retrato de Miguel Duarte

A Internet é maravilhosa

Miguel Duarte on Sábado, 29/03/2008 - 13:47

Tiras de um sítio aparece noutro. ;)

Retrato de Igor Caldeira

Coisas interessantes

Igor Caldeira on Sábado, 29/03/2008 - 15:37

Recebeste algum mail de spam com o subject "ASSALAMU ALEYKON WARAMOTON LAHI WABARAKATON"? Tive algum receio em abrir o doc mas depois descobri, googlando, que se trata de um vulgar mail de spam.
Acho curioso tê-lo recebido depois de ter posto o filme no meu blog pessoal.

Retrato de Miguel Duarte

Nope

Miguel Duarte on Sábado, 29/03/2008 - 19:34

Nada de emails intimidatórios (ainda).

Egipto 2007

Stran on Sexta, 28/03/2008 - 17:36

Antes quando comentava esta realidade, tinha uma tendência para desculpabilizar o movimento islamico e o que acontece lá fora e cá dentro.
Ainda acredito que este tema é muito complexo e que é dificil ter uma posição sólida quanto a este tema. Acredito também que um discurso mais musculado acaba por fortalecer mais o lado radical do islamismo pois normalmente neglegencia os islamicos moderados (que são muitos).

Dito isto, tenho que afirmar que no Verão passado tive uma experiência que me acabou por abrir um pouco mais os olhos quando falamos sobre islamismo e paises islamicos e a posição do seu discurso. Percorri o Egipto de uma forma fantástica (foi sem duvida uma experiência de vida) e tive o privilégio de conhecer um pouco da vida e do dia-a-dia deste povo. Obviamente o meu conhecimento da realidade mesmo assim é diminuta.

O olhar islmaico da nossa realidade é muito estranha para nós. O discurso encerra alguns valores (o papel da mulher é um exemplo) que são contraditórios com o nosso modo de vida, e são em si um pequeno atentado aos nossos valores. Não relevar esta componente neste discurso é a meu ver um erro. E deve-se criticar o que é criticável, e neste momento existem muitas situações, pessoas e movimentos islamicos que são criticáveis e cujos actos são condenáveis. O dificil é ter este discurso sem correr o risco de generalizar.

Julgo que muito do que está acontecer em Inglaterra é para mim inaceitável e o pânico de não criticar está a permitir que um problema se torne incontrolável. Já assisti a uma empresa decidir que os seus caixas podem recusar-se a passar carne de porco a um cliente seu, um padre protestante a defender a aplicação da sharia em Inglaterra, entre outros episódios.

O caso das Burkas é mais um exemplo. Julgo inaceitável num país como nosso se permita que tal aconteça. E não sei se por medo ou por convicção temos uma tendência a tolerar em demasia estes comportamentos na nossa sociedade.

O Islamismo é bom ou mau? Depende da pessoa que o pratica. Actualmente muitos estão a utilizar o Islão em seu beneficio próprio e não criticar estas situações é um erro que se pode pagar caro.

P.S. Só um pequeno desafio: Concordam com o Kosovo ser independente ou não?

E agora outra questão?

Stran on Segunda, 31/03/2008 - 09:19

Ok. Agora liguemos essa questão à questão muculmana.

Imaginemos que os muçulmanos de Inglaterra (que são bastantes) decidem começar a popular um determinado sitio (infelizmente não conheço a sua distribuição geográfica por Inglaterra), imaginemos uma faixa do terrritório que vai de Londres ao mar. Será que se declararem Independência daqui a uma geração ou duas, também estarão de acordo?
P.S. O mesmo se pode aplicar a outros paises (França, Holanda, Alemanha, etc...) e a outras nacionalidades (por exemplo os chineses e as diversas Chinatowns espalhadas por tantas cidades deste mundo.

Kosovo Independente

Filipe Brás Almeida on Sábado, 29/03/2008 - 17:43

Sim, sim e sim.

Retrato de Igor Caldeira

Nim

Igor Caldeira on Sexta, 28/03/2008 - 23:26

"Concordam com o Kosovo ser independente ou não?"
Essa grande obra do pensamento político contemporâneo, o filme "Madagáscar", tinha uma boa resposta para essa pergunta.
"Smile and waive boys, smile and wave..."

:-P

Retrato de Filipe Melo Sousa

não podes dialogar com quem

Filipe Melo Sousa on Sexta, 28/03/2008 - 12:14

não podes dialogar com quem não quer dialogar contigo, porque te odeia. Um radical islâmico quer substituir o teu sistema democrático por uma teocracia ao género do Irão ou ex-Afeganistão. Qual é o diálogo possível? Uma meia-teocracia?

subscrevo na íntegra

Retrato de Igor Caldeira

Pois

Igor Caldeira on Sexta, 28/03/2008 - 13:37

Eu também. :-P

Retrato de Miguel Duarte

Isso é assustador :P

Miguel Duarte on Sexta, 28/03/2008 - 12:27

Mas já imaginava que sim. ;)

O islão é uma ideologia nefasta, que propaga o ódio e a intolerância. Devia ser proibido por incitação ao ódio. Não deixa de ser hate speech por estar protegido sob a capa de uma religião.

realmente é uma desilusão

Hugo Garcia on Quinta, 27/03/2008 - 23:07

Realmente é uma desilusão que se gastem tantas energias a promover o racismo, o medo e o ódio.

Retrato de Miguel Duarte

Discordo

Miguel Duarte on Sexta, 28/03/2008 - 08:39

Vais-me dizer aqui onde há racismo - em lado nenhum ele fala em raça inferior. Ele apenas usou imagens reais de terrorismo islâmico, a maior parte delas bem na nossa memória. Quanto muito podes falar em xenofobia e mesmo isso é discutível.

Se cada vez que se critica um grupo religioso com elementos (numa percentagem significativa) claramente violentos, se está a apelar ao medo, ao ódio e ao racismo, então como é que se pode falar contra esse grupo?

Além, de que não te deves esquecer, o Islão não é apenas uma religião, mas também uma ideologia política, e assume-o. As ideologias políticas não podem ser atacadas? Era o que mais faltava se eu não pudesse dizer que o comunismo e o nazismo são ideologias políticas anti-democráticas e violentas.

tretas

Hugo Garcia on Sexta, 28/03/2008 - 10:51

Miguel,
O que tu estás a fazer não tem nada a ver com opiniões políticas.

Tem simplesmente a ver com incentivar o ódio.

Tu não mostras todos os lados do Islão. Tu nunca colocas textos a mostrar coisas boas ou o mal que existe contra eles.

A tua posição é simplesmente de ódio, que tenta encontrar um argumento para a destruição do islamismo fomentando o ódio que já existe.

Se existe alguma forma de acabar com violência e ódio é através do diálogo, que é o oposto daquilo que tu fazes constantemente.

Podes vir com argumentos de Liberdade de comunicação ou liberdade de expressão, mas primeiro tinhas que saber o que palavras como comunicação ou expressão querem dizer.

Se no congresso sobre democracia e desenvolvimento tivesses ouvido o discurso do Lord Alderdice, em vez de estares a fazer lobby, tinhas percebido que:

1- a violência é a comunicação dos que não têm voz
2- a única forma de acabar com a violência é abrindo os canais de comunicação
3- que nunca se deve gerar o ódio dentro do nosso grupo contra o outro, porque isso apenas conseguirá aumentar o ódio de ambos os lados.

Experimenta ler um livro de Amin Maalouf, como as identidades assassinas ou as cruzadas vistas pelos árabes e depois vem me dizer que não és racista.
Já agora, tenta ler o Mein Kampf ou a bibliografia do Hitler para perceberes como essa tua estratégia tem muito mais a ver com a dos nazis.

Porque também eles tinham muitos argumentos contra os judeus, tal como tu tens hoje.
A diferença é que o Hitler era um líder e conseguiu espalhar o seu ódio.

Retrato de Miguel Duarte

:)

Miguel Duarte on Sexta, 28/03/2008 - 12:06

"Tu não mostras todos os lados do Islão."

Ninguém disse que todos os muçulmanos são violentos. Eu, pessoalmente, digo que o Islão no século XXI (que é o que eu conheço), tens graves problemas no que toca ao respeito pela democracia, pelos direitos humanos, pela liberdade e pela paz.

"Se existe alguma forma de acabar com violência e ódio é através do diálogo"

Boa sorte. Suponho que se tivesses nascido na 2ª guerra mundial também terias sido favorável a dialogar com Hitler (se calhar até ias aconselhar um Judeu a dialogar com Hitler). Infelizmente, não podes dialogar com quem não quer dialogar contigo, porque te odeia. Um radical islâmico quer substituir o teu sistema democrático por uma teocracia ao género do Irão ou ex-Afeganistão. Qual é o diálogo possível? Uma meia-teocracia?

"dentidades assassinas ou as cruzadas vistas pelos árabes e depois vem me dizer que não és racista"

Primeiro, aprende o que é ser racista. Não podes baralhar criticar uma religião com ser racista. Ainda menos, quando essa religião se assume com contornos políticos. É exactamente como dizeres que quando ataco os católicos sou racista.

Em segundo lugar, o Catolicismo foi violento no passado (alguma vez disse que não?). Achas que nessa altura alguém não se devia levantar e criticar o catolicismo? Ainda hoje o catolicismo tem o péssimo hábito de se imiscuir na política. A única coisa boa, é que felizmente, não temos muitos fanáticos a colocar bombas em nome do catolicismo e nas igrejas os padres não apelam (felizmente) à violência contra os infiéis. O Catolicismo, à custa de muitas lutas, muitas mortes, muitas revoluções, evoluiu. O Islão andou para trás ou manteve-se imóvel (não sei bem).

"porque isso apenas conseguirá aumentar o ódio de ambos os lados"

Eu não odeio ninguém. Considero isso sim que se deve criticar abertamente aqueles que são uma ameaça à liberdade, à democracia e aos direitos humanos (e que aliás, me odeiam). Tal como tu me podes criticar abertamente e não é por isso que fico chateado contigo. Ironicamente, eu não desejo a morte de ninguém, mas esses que eu critico (e tu defendes?), deveriam adorar ver-me morto.

Percentagem

André Escórcio ... on Sexta, 28/03/2008 - 09:44

Percentagem significativa???
Quantas pessoas a professar a fé Islâmica há no mundo?
Quantas delas são terroristas?

Deves ter dados estatisticos para afirmar que a percentagem de pessoas que professam a fé islâmica e que simultâneamente professam o medo, a violência, etc. é significativa.

Retrato de Miguel Duarte

Existem estudos, demasiados

Miguel Duarte on Sexta, 28/03/2008 - 12:26

Vamos lá ver então se o Islão actual não tem uma % significativa de apoiantes violentos:

Na Alemanha:

http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,524739,00.html

"A new study commissioned by Germany's Interior Ministry warns of a growing threat from the radicalization of Muslims in the country. Six percent of Muslims in Germany support violence in the name of Islam, the authors write."

No Reino Unido:

http://www.dailymail.co.uk/pages/live/articles/news/news.html?in_article_id=433462&in_page_id=1770

"Multiculturalism has alienated an entire generation of young Muslims and made them increasingly radical, a report has found. In stark contrast with their parents, growing numbers sympathize with extreme teachings of Islam, with almost four in 10 wanting to live under Sharia law in Britain. The study identifies significant support for wearing the veil in public...and even punishment by death for Muslims who convert to another religion. Most alarmingly, 13 percent of young Muslims said they "admired" organizations such as al-Qaida which are prepared to "fight the West."

Na Holanda:

http://www.jcpa.org/brief/brief004-14.htm

"Among the close to one million Dutch Muslims, about 95 percent are moderates. This implies that there are up to 50,000 potential radicals."

% de apoio à Sharia

http://media.gallup.com/MuslimWestFacts/PDF/GALLUPMUSLIMSTUDIESIslamandDemocracy030607rev.pdf

"Often assumed in the West to be an oppressive corpus of law associated with stoning of adulterers, chopping off limbs for theft, and imprisonment or death in apostasy cases, the incorporation of Sharia as at least a source of legislation enjoys the support of an average of 79% in the 10 countries surveyed."

Apoio ao Terrorismo no Mundo Islâmico:

http://www.usip.org/pubs/working_papers/wp1.pdf

Existe um país no estudo, em que a média de 1 a 4 (1 nunca justificado, 4 muitas vezes justificado), teve média de 3.2!!!

Discurso anti-ocidental:

http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=57141

"An undercover survey of more than 100 mosques and Islamic schools in America has exposed widespread radicalism, including the alarming finding that 3 in 4 Islamic centers are hotbeds of anti-Western extremism, WND has learned."

Violência Doméstica:

http://en.wikipedia.org/wiki/Islam_and_domestic_violence (ex: no Paquistão, 80% das mulheres são agredidas em casa)

Violência no Geral:

http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/7264903.stm

O governo de tendências Islâmicas turco está a promover uma reinterpretação dos textos religiosos pois as interpretações na moda apelam à violência. Se até um governo conservador islâmico quer rever para interpretações para as tornar mais pacíficas, isso diz-te alguma coisa, não? ;)

Textos de um livro de estudos oficial na Arábia Saudita (um aliado!):

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/05/19/AR2006051901769_pf.html

4th Grade: "True belief means...that you hate the polytheists and infidels."
5th Grade: "It is forbidden for a Muslim to be a loyal friend to someone who does not believe in Allah and His Prophet."
8th Grade: "The apes are Jews, the people of the Sabbath; while the swine are the Christians, the infidels of the communion of Jesus."
9th Grade: "It is part of Allah's wisdom that the struggle between the Muslim and the Jews should continue until the Hour [of Judgment]."
11th Grade: "Do not yield to Christians and Jews on a narrow road out of honor and respect."

Agora, arranja estudos contrários, que mostrem que o radicalismo e o desrespeito pelos valores humanos mais básicos no mundo islâmico são assim tão baixos como tu queres acreditar. Uma coisa é o que nós queremos acreditar, a outra, são os números. E, infelizmente, a % de Muçulmanos que é favorável ao terrorismo, à Sharia, ao uso da violência, ou contra os direitos das mulheres, não é uma % tão insignificante como tu (e eu), gostaríamos.

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