Os trabalhadores das empresas públicas, pelo menos aqueles que ouvem as notícias e que não são simples correias de transmissão do PCP (ou do BE), deveriam no entanto saber que a festa está a acabar: o Estado português está em vias de não ter mais quem lhe empreste dinheiro (ou então, só arranja quem lho empreste a juros proibitivos). E, quando isso acontecer, a festa - ter aumentos do poder de compra todos os anos - acaba mesmo.
Por isso, esses trabalhadores, pelo menos aqueles que não são meras correias de transmissão do PCP (ou do BE) e que ouvem as notícias, deveriam ter juizinho. O tempo das vacas gordas, em que o poder de compra todos os anos aumentava, já acabou. E agora, quando o barco se afundar, afundamo-nos todos - inclusivé eles.














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