Retrato de Luís Lavoura

Sendo evidente que o auto-denominado Estado Islâmico não é flor que se cheire, não entendo, no entanto, por que raio deve o "Ocidente" gastar os seus recursos a combatê-lo.
O "Ocidente" não é nem deve ser o polícia do mundo, e não tem nada que estar a bombardear qualquer exército ou grupo de guerrilha, por malvado que ele seja, que surja em qualquer parte do mundo.
Estando em curso prolongadas guerras civis, de maior ou menor intensidade, na Síria e no Iraque, não vejo para que é que o "Ocidente" se vai imiscuir nelas, com que objetivo concreto, nem defendendo que visão do mundo.
A minha opinião é que se deve deixar os árabes resolver os seus assuntos, de forma mais ou menos violenta, sem interferir. Ou interferindo o menos possível (a venda de armas constitui sempre uma forma de interferência).

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