Retrato de Luís Lavoura

A conquista pelo "Ocidente" - financeiramente apoiado por alguns Estados árabes seus aliados, por exemplo o Qatar - do petróleo líbio está prestes a concretizar-se. Trata-se de uma excelente conquista, já que o petróleo líbio, embora relativamente escasso, é de ótima qualidade, leve e fino, excelente e barato para refinar e fazer funcionar motores de combustão interna (incluindo os próprios motores dos aviões de guerra do "Ocidente"). Nada que se compare ao remanescente (na margem) petróleo saudita, do campo subaquático de Safaniya, que é grosseiro, pesado, e difícil e caro de refinar.
Tal como há cinco séculos os nossos antepassados, os portugueses de quinhentos, brandiam numa mão a espada e noutra a Bíblia, na sua fera e santa conquista das terras aquém e além da Taprobana, hoje o "Ocidente" tem nos ares, por um lado os seus aviões de guerra, por outro as ondas hertzianas que propagam a Democracia, a nova Bíblia pela qual a conquista é efetuada e santificada.

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