Retrato de Luís Lavoura

Ontem ouvi na rádio a seguinte história, da boca de uma pessoa que considero fidedigna. No estado norte-indiano de Haryana, uma rapariga foi violada. O caso foi para tribunal. Os anciãos da aldeia de onde o violador era originário fizeram pressão para que o violador não fosse condenado. Propuseram o seguinte arranjo: o violador aceitaria casar com a rapariga e, em troca, a acusação seria abandonada. Tendo em conta que a rapariga violada dificilmente poderia no futuro arranjar marido, os seus pais aceitaram o "negócio". Fez-se o casamento e a rapariga foi, como é costume na Índia, viver no seio da família do marido. Lá, fizeram-lhe a vida negra: maus tratos físicos e psicológicos e exigências de que a rapariga pressionasse a sua família no sentido de ressarcir a família do violador pelas despesas que esta tinha tido em tribunal. A história arratou-se durante anos e terminou há pouco tempo com o suicídio da rapariga.

Isto é apenas uma história nada atípica de coisas que se passam com mulheres na Índia. Coisas que estão bem documentadas e são amplamente discutidas na Índia. Mas que parece não chegarem aos ouvidos dos europeus, ou não lhes interessarem. Para os europeus, apenas os maus-tratos de que as mulheres são alvo em países de cultura muçulmana interessam. Para muitos europeus o islamismo é horrível porque nos países muçulmanos as mulheres são vítimas de maus-tratos. Mas nenhum europeu diz o mesmo da Índia. Os tratos frequentemente bem piores de que as mulheres são alvo nos países de cultura indiana não interessam aos europeus.

prova

gionna cossano on Quarta, 09/11/2016 - 11:27

Estou à investigação de empréstimo de dinheiro desde vários meses. Mas felizmente vi testemunhos feitos por muitas pessoas sobre a Sra. GNONCHI, é assim que contactei-o para obter o meu empréstimo de um montante de 70.000$ para regular as minhas dívidas e realizar o meu projeto. C está com a Sra. GNONCHIi que a vida, minha sorria de novo é o Sr. de coração simples e muito compreensivo. Eis são correio eletrónico. [email protected]

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