Recebi agora a seguinte mensagem do Conselho Diretivo do Instituto Superior Técnico:
"Informa-se a escola que, por despacho do Ministro de Estado e das Finanças, datado de 8 de abril, foi proibida a assunção de novos compromissos exceto aqueles que se relacionam com vencimentos e execução de contratos já existentes.
O IST, em diálogo com a tutela, está a envidar todos os esforços no sentido de conseguir que esta proibição seja levantada, especialmente no que diz respeito a todas as atividades relacionadas com a execução de projetos."
Como se vê, Vítor Gaspar meteu rapidamente mãos à obra, no sentido de fazer o país entender que a decisão do Tribunal Constitucional lhe (ao país) acarretará custos, e no sentido de dramatizar a situação.
É altura de aceitar que o défice orçamental não pode ser eliminado colocando todos os funcionários públicos na prateleira - isto é, mantendo-lhes os salários mas impedindo-os de realizar qualquer trabalho. Só pode ser eliminado (se puder!) através da redução dos salários. Ou de despedimentos.













