Na verdade e após mais esta vitória do PS, confirma-se que continuamos a apostar num País cuja estrutura de governo é a de uma Estado Socialista. E digo isto porque me lembrei de umas palavras do então Ministro Sousa Franco que considerava que "temos que ver os cidadãos como Clientes". Ora os cidadãos não devem ser tratados como clientes pelo Estado mas sim como Accionistas. Este pequeno pormenor faz toda a diferença - um Estado Socialista não dá voz activa à Sociedade mas sim quer que seja ele a definir o que é bom e o que é mau e depois "cuidar bem dos fregueses!". Aqui cabe, por exemplo, a lógica de formação deste novo Governo, em que é José Socrates a pedir à oposição que seja consciente e aprove a Estratégia que ele, como iluminado, pensou para o País.
E aqui deixem-me introduzir a cada vez mais evidente falta de um partido que tenha a coragem para propor um Programa efectivamente radical de alteração do Modelo de Sociedade e que corte definitivamente com o Poder Socialista. Agora deixem-me considerar que faz falta ao País um PSD que seja o elemento agregador desta ideia Revolucionária e que tenha a coragem para juntar pessoas e movimentos (onde o nosso podia ser um deles) em volta de uma IDEIA para Portugal.
É que sinceramente a soberba com que o nosso Primeiro Ministro demonstra neste processo em que, ao garantir o controlo da Administração Publica, está com o objectivo realizado esquecendo-se do País assusta-me!














Essa analogia dos
Anónimo (não verificado) on Quinta, 15/10/2009 - 21:45Essa analogia dos accionistas, "cidadãos devem tratados como accionistas", é muito fraquinha. Mas revolucione para aí. Os accionistas já dominam um bocado isto, sim, há uns com mais acções que outros e o estado tem de respeitar essa quantidade acrescida de representatividade accionista. Já acontece. Podia ser melhor [sic], estou certo.
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