Nos mercados financeiros as obrigações emitidas pelo Estado português estão a ser transacionadas como se oferecessem um juro da ordem dos 6% ao ano. A um tal juro o Estado português será incapaz de se financiar quando precisar de pedir mais empréstimos (isto é, muito em breve).
Felizmente esses mercados vão agora parar por dois dias e, quando reabrirem, o papa estará em Portugal e todos os católicos portugueses poderão, oportunamente, começar a rezar pela solvência do seu país.
Não há dúvida de que a data da visita do papa a Portugal foi muito bem escolhida. É que só nos resta mesmo rezar.














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