Retrato de Luís Lavoura

O Estado português procura, e faz muito bem, informatizar cada vez mais a sua atividade e a sua interface com os cidadãos.

Comete, porém, sistematicamente o mesmo erro: subdimensionar os seus servidores, não tendo em devida conta os picos de procura de que eles vão ser alvo.

Depois, os cidadãos vêm-se imposssibilitados de cumprir com as suas obrigações, porque não conseguem aceder aos servidores quando deles necessitam.

Isto por vezes é sua culpa, porque deixaram tudo para a última da hora; mas por vezes é culpa de terceiros.

Agora são os servidores do Portal do Finanças que estão esgotados, porque subitamente toda a gente decidiu, à última da hora, verificar e confirmar as faturas que lá se encontram. Vítima disso são os cidadãos que precisam desse serviço para outros fins e que não podem aceder em devido tempo ao Portal porque ele se encontra saturado por terceiros.

O Estado português tem que se habituar a testar cuidadosamente os novos serviços informáticos que introduz e, em particular, a sobredimensioná-los sempre, tendo em atenção que els vão ser alvo de grandes picos de procura.

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