Retrato de Miguel Duarte

Dizer que se defende a liberdade é muito fácil, mas muitas vezes aquilo que se entende como liberdade é muito diferente de pessoa para pessoa e geração para geração. De um modo geral, liberdade significa liberdade da coerção dos outros (Estado ou indivíduos). Existem quatro grandes tipos/níveis de liberdade:

  • Liberdade da opressão como interferência arbitrária - Que é basicamente a liberdade de se viver os direitos que nos foram atribuídos pela sociedade, sem o medo de interferências arbitrárias na nossa vida por parte de outrém.
  • Liberdade de participar nos processos de decisão da comunidade - Ou seja, liberdade de eleger, de ser eleito e de se exprimir sobre temas políticos.
  • Liberdade de consciência e de crença - Por outra palavras, a liberdade de se praticar a religião que entender e o direito de dissidência relativamente a uma qualquer religião.
  • Liberdade de cada um viver como entender - No mundo actual, as pessoas não se sentem livres porque os seus direitos são respeitados, ou porque as suas crenças podem ser expressadas livremente, ou porque podem participar no processo de decisão político. As pessoas sentem-se livres porque podem definir um rumo para a sua vida, sem ter em consideração o bem comum ou as crenças religiosas.

Fonte: J. G. Merquior, "Liberalism Old & New"

Liberdade de

Anónimo (não verificado) on Quarta, 03/04/2013 - 23:27

Liberdade de expreção
liberdade de ação
liberdade de justiça
liberdade economica
liberdade politica
estes sao alguns exemplos de liberdade.

liberdade de ação

Anónimo on Segunda, 19/09/2011 - 16:30

Não encontrei nada sobre liberdade de ação. eu precisava para o trabalho de filosofi.

éééééé q nao tem nada

Anónimo (não verificado) on Domingo, 11/03/2007 - 18:42

éééééé q nao tem nada pra mim fazer no trabalho de filososia sobre liberdade
quero saber sobre
liberdade juridica
liberdade economica
liberdade politica
se alguem saber manda pra mim pelo msn vlw veio
abraços

Retrato de Filipe Melo Sousa

Livre do medo

Filipe Melo Sousa on Domingo, 29/10/2006 - 16:24

Do Discurso das Quatro Liberdades do Presidente Roosevelt gostaria de destacar a importância de sermos livres do medo.

Sem liberdade de medo, não se pode agir livremente com a sua consciência. Como exemplo dou o caso de alguém que não é livre de não dar uma "grojeta" a um arrumador, que provavelmente vai vandalizar o carro de quem não contribua. Embora essa agressão não seja expressamente formulada no acto de recusa (por acaso a mim até já foi várias vezes), estes indivíduos sabem perfeitamente que apenas recebem dinheiro por um serviço desnecessário por intimidação das pessoas, que não têm alternativa senão deixar os carros na via pública. Esta agressão até passa despercebida, mas eu considero-a uma ingerência nos direitos fundamentais de alguém a quem é assim retirado o direito de recusar um mau serviço. E neste caso nem sequer estamos a falar da função pública.

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