Via um comentário no jugular:
O crescimento não vem de reformas, vem do trabalho, do investimento, da tecnologia e da inovação. Ponham em cima da mesa um caso de crescimento com base em reformas estruturais e, quando virem que não conseguem, chegarão à mesma conclusão que aqui se expõe.
A primeira frase está certa no que toca ao que gera o crescimento, mas para que haja confiança para investir e inovar ou vontade de trabalhar é necessário que coisas como o sistema judicial funcionem e que o Estado não afogue qualquer desejo de empreendorismo em burocracia e impostos. Um dos maiores problemas de Portugal, e basta falar com qualquer empresário para o perceber, é que matamos o empreendorismo.
O Euro poderia ter sido e pode ser bom para Portugal, mas para que o seja temos que nos deixarmos de saudosismos relativamente a podermos desvalorizar a nossa moeda (quem quer verdadeiramente concorrer pelo custo?), e pensarmos no que podemos fazer para que bons investimentos e bons empregos surjam em Portugal. Para que tal aconteça, o Euro, até é uma vantagem.














Bom artigo
João Cardiga on Quinta, 18/02/2010 - 22:26"(quem quer verdadeiramente concorrer pelo custo?), "
Infelizmente muitas pessoas!
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