Retrato de Luís Lavoura

Os Estados Unidos, que tanto gostam de promover a paz no Médio Oriente, especificamente promovendo contínuas conferências de paz entre Israel e os palestinianos, têm atualmente uma oportunidade de ouro para promover essa paz, desta vez fazendo acabar a guerra na Síria - a qual já causou muito mais vítimas do que todos os maus-tratos mútuos entre Israel e os palestinianos.

Não haverá de ser difícil. Os fautores da guerra estão identificados: a Arábia Saudita, os Emiratos Árabes Unidos, e o Qatar, que apoiam os rebeldes sírios (e estrangeiros que ao lado deles combatem) com dinheiro, armas e combatentes. Sobre todos esses países os EUA dispõem de fortes formas de pressão, dado que a segurança deles todos depende, em última instância, dos EUA. Com algumas ameaças simples os EUA poderão convencer esses três países a deixarem de apoiar os rebeldes.

Uma vez eliminado o apoio aos rebeldes, o exército sírio dará (Inshallah) cabo deles e a paz e a estabilidade voltarão à Síria, com amplos ganhos para todos. Porque um ditador como Assad pode ser muito mau, mas uma desordem inter-étnica como aquela que atualmente se verifica no Iraque é muito pior. E é para aí que a Síria caminha (ou já lá se encontra).

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