Retrato de Luís Lavoura

A Câmara de Lisboa - que, como se sabe, está afogada em dívidas, e cobra das taxas de IMI mais altas do país - também sugeriu que iria retirar à Feira do Livro o subsídio que anualmente lhe concede.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, que tem todo o interesse pecuniário em que a Feira se realize mas prefere que ela seja paga pelos contribuintes em geral e não pelos compradores de livros em particular, protestou e fez barulho.

A Câmara de Lisboa acobardou-se e recuou.

É assim a política local portuguesa: subsídios para aqui e para ali, mesmo a atividades - como os arraiais populares e a Feira do Livro - em que se vendem bens e que, portanto, são supostas dar lucro.

Não será com esta política de recuos que a Câmara de Lisboa se livrará das dívidas que tem.

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