Retrato de Luís Lavoura

Marcelo Rebelo de Sousa aplicou mais uma vez bem o seu direito de veto, ao enviar de volta para a Assembleia da República uma lei que pretendia bloquear estatutariamente a entrada de privados no capital dos transportes coletivos do Porto. É claro que é legítima a opção da atual maioria governativa de rejeitar tal entrada, mas não há qualquer razão para que tal rejeição assuma a forma de um bloqueio estatutário. Infelizmente, creio que dificilmente os comunistas na Assembleia (incluindo o Bloco de Esquerda) terão a sensatez de se vergarem ao veto presidencial; pretendem aparentemente tornar irreversíveis as suas conquistas. Mas talvez o PS possa ser chamado à razão.

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